- Bibo Nunes, vice-líder do PL, foi destituído após votar a favor de punição mais branda para Glauber Braga, trocando a cassação por seis meses de suspensão.
- Um acordo interno substituiu a cassação pela suspensão, gerando divergências dentro da bancada.
- A Câmara aprovou a suspensão de Glauber Braga por seis meses, evitando cassação e inelegibilidade de oito anos.
- Sóstenes Cavalcante afirmou lealdade à liderança; Braga disse não ter havido orientação de bancada.
- O PT conseguiu um destaque para evitar cassação e inelegibilidade.
O plenário da Câmara aprovou, nesta quarta-feira, a suspensão por seis meses do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), evitando cassação e inelegibilidade de oito anos. A decisão ocorreu após Bibo Nunes (PL-RS) ser destituído do cargo de vice-líder do PL por votar de forma branda. O caso envolve votação e acordo entre líderes.
Bibo Nunes participou de um acordo que trocou a perda do mandato pela suspensão de seis meses. A decisão gerou divergências internas na bancada do PL e afetou a relação entre lideranças.
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL, afirmou que o vice deve lealdade à liderança. Braga disse não ter havido orientação de bancada para a posição adotada. O debate ganhou força antes da conclusão do voto.
Contexto e desdobramentos
O PT conseguiu aprovar um destaque preferencial, o que manteve Glauber Braga sem cassação ou inelegibilidade. A decisão mantém Braga com mandato suspenso por semestre, sem perda do mandato.
A tramitação também evidenciou tensões internas no PL sobre alinhamento com a liderança. A votação consolidou uma mudança na condução de punições para parlamentares investigados.
Entre na conversa da comunidade