- Flávio Bolsonaro classificou o projeto da dosimetria aprovado pela Câmara como “horroroso” e “humilhação”, dizendo que o Legislativo continua tutelado por outro poder.
- Ele afirmou ter aceitado a proposta após pedido do pai, Jair Bolsonaro, e que a medida não muda o cenário para ele.
- O relator, Paulinho da Força, disse que a dosimetria pode reduzir o tempo de prisão em regime fechado para Bolsonaro a 2 anos e 4 meses.
- Flávio criticou a falta de independência do Congresso e reforçou a defesa por uma anistia ampla, geral e irrestrita.
- Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por suposta tentativa de golpe de Estado; está preso desde 22 de novembro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília; sem o projeto, a pena atual permite semiaberto em 2033 e liberdade condicional em 2037.
Flávio Bolsonaro classificou o projeto de dosimetria aprovado pela Câmara como horroroso e uma humilhação. Em entrevista à Veja, o senador afirmou que o texto demonstra que o Legislativo ainda é tutelado por outro poder. Mesmo assim, reconheceu a votação.
Segundo Flávio, houve aceitação da proposta após pedido do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele disse que a medida não altera o cenário atual e citou que o gesto visa permitir que presos dos atos de 8 de janeiro possam conviver com as famílias e respirar ao ar livre.
O relator do projeto, deputado Paulinho da Força, informou que a dosimetria pode reduzir a pena de Bolsonaro em regime fechado para 2 anos e 4 meses. O senador afirmou que a Câmara manifesta falta de independência e reforçou a defesa de uma anistia ampla.
Desdobramentos
Bolsonaro permanece condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela suposta tentativa de golpe de Estado. Desde 22 de novembro, ele está detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Sem o projeto, a Vara de Execução Penal do DF estima pena total suficiente para progressões em 2033 e libertação condicional em 2037.
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