- Um homem de 31 anos, de Bankstown, foi acusado de enviar dois e-mails no fim de novembro ameaçando matar a ministra das Comunicações, Anika Wells, e sua família.
- Os e-mails foram encaminhados ao time de investigações de segurança nacional; o suspeito foi preso após uma operação em Bankstown e seus dispositivos foram apreendidos.
- Ele enfrenta uma acusação de usar um serviço de carriage service para ameaçar matar, crime com pena máxima de dez anos de prisão.
- O homem compareceu ao tribunal de Bankstown e recebeu liberdade provisória (fiança) até 23 de dezembro.
- A polícia destacou tolerância zero a ameaças contra autoridades eleitas; o grupo nacional de investigações de segurança da Polícia Federal foi criado em setembro para atacar ameaças a parlamentares federais.
Um homem de Bankstown foi acusado de usar um serviço de carriage para ameaçar matar a ministra de comunicações, Anika Wells, e sua família. Ele teria enviado dois e-mails ao gabinete da ministra em novembro, com ameaças diretas. A polícia federal foi acionada.
As mensagens foram encaminhadas ao time de investigações de segurança nacional da Polícia Federal Australiana (AFP). Investigadores ligaram o suspeito aos e-mails após a análise digital e, na sexta-feira, houve a prisão durante uma operação em Bankstown. Dispositivos eletrônicos foram apreendidos.
O homem, de 31 anos, foi conduzido ao tribunal de Bankstown e permanece sob fiança até 23 de dezembro. A AFP informou que não tolera ameaças ou comportamentos intimidatórios contra autoridades eleitas, ressaltando que liberdade de expressão não desculpa agressões contra políticos e suas famílias.
Contexto e investigações
Wells atua como ministra das comunicações e enfrenta controvérsias sobre despesas de viagens envolvendo a própria ministra, familiares e funcionários. O governo defende que os gastos estavam dentro das regras, enquanto o Parlamento avalia eventuais revisões nas políticas de deslocamento.
Além disso, Wells supervisiona a política de comunicação que inclui a recente proibição de contas de menores de 16 anos em plataformas como TikTok, X, Facebook, Instagram, YouTube e Snapchat. O órgão também acompanha falhas no serviço de emergência 000, com impactos reportados em incidentes anteriores.
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