- Acordo de indenização total de 31,5 milhões de dólares envolve a cidade de San Diego (10 milhões), o condado (10 milhões), a Pacific Coast Academy (8,5 milhões) e a Rock Church (3 milhões).
- A ação afirma falhas sistêmicas entre diversas entidades, incluindo autoridades locais, escola e igreja, em apurar o abuso contra Arabella McCormack, de 11 anos, que morreu.
- Arabella foi maltratada e desnutrida; a escola supervisionava o homeschooling da menina e a mãe adotiva era dirigente da igreja.
- Denúncias apontam omissão de docentes e de padres/pastores, além de um policial amigo da mãe ter fornecido um instrumento para bater nas crianças.
- Hoje, as irmãs têm nove e 11 anos, vivem com uma mãe substituta e estão em boa saúde; o advogado das famílias diz que o acordo ajuda, mas não substitui a perda da irmã.
Arabella McCormack, criança de 11 anos, foi torturada e privada de alimento pela família adotiva. A polícia, a igreja e serviços sociais teriam falhado na apuração, e a menina morreu após atendimento médico. O caso ganhou atenção por falhas sistêmicas envolvendo várias instituições.
A denúncia aponta que a escola supervisionou a educação domiciliar e que a mãe adotiva era dirigente da igreja local. Investigações anteriores mencionaram a colaboração de docentes e líderes religiosos, além de um policial amigo da mãe ter fornecido um instrumento para bater nas crianças.
Acordo de indenização e principais signatários
O acordo total soma 31,5 milhões de dólares, envolvendo a cidade de San Diego, o condado, a Pacific Coast Academy e a Rock Church. A soma envolve 10 milhões da cidade, 10 milhões do condado, 8,5 milhões da escola e 3 milhões da igreja, segundo o advogado das irmãs.
As irmãs, hoje com 9 e 11 anos, vivem com uma mãe substituta em estado de boa saúde. O processo aponta falhas na investigação de denúncias de omissão de docentes e de padres, bem como a participação de um policial na entrega de um instrumento de palmatória.
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