- A Polícia Federal deflagrou a Operação Transparência, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF, para investigar desvio de emendas e possível ligação de Mariângela Fialek ao orçamento secreto.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a Câmara respeita o STF e suas decisões, mas que Dino não apontou desvio de verbas na decisão.
- Motta destacou que a indicação de emendas é prevista pela Constituição e depende de autorização da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência; a Câmara não compactua com irregularidades.
- Mariângela Fialek já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Transparência, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF, para apurar desvio de emendas parlamentares e possível vínculo de Mariângela Fialek com o orçamento secreto. A ação envolve a ex-assessora de Arthur Lira e ocorreu nesta sexta-feira.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a Casa respeita o STF e suas decisões, mas destacou que a decisão não aponta desvio de verbas públicas. Motta disse ainda que a Câmara não compactua com irregularidades na execução de emendas.
Motta reforçou que a indicação de emendas por parlamentares é prevista na Constituição e depende de autorização da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência. A Câmara reiterou que não admite ilicitudes nesse processo.
Contexto
A Operação Transparência mira um suposto esquema de desvio de emendas e investiga a relação entre Mariângela Fialek e o orçamento secreto. Fialek já foi alvo de mandados de busca e apreensão previamente, segundo apuração do caso.
A PF foi chamada a esclarecer eventuais ligações entre as emendas e o antigo formato do orçamento secreto, sem indicar desfechos imediatos; o STF acompanha as informações e a Câmara mantém postura de neutralidade institucional.
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