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Motta reage à decisão de Dino contra ex-assessora de Lira

PF deflagra Operação Transparência para apurar desvio de emendas e possível ligação de Mariângela Fialek ao orçamento secreto; Motta reitera legalidade das emendas

Motta disse respeitar a decisão de Dino, mas considerou que ministro não mostrou "nenhum ato de desvio de verbas públicas". (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Transparência, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF, para investigar desvio de emendas e possível ligação de Mariângela Fialek ao orçamento secreto.
  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a Câmara respeita o STF e suas decisões, mas que Dino não apontou desvio de verbas na decisão.
  • Motta destacou que a indicação de emendas é prevista pela Constituição e depende de autorização da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência; a Câmara não compactua com irregularidades.
  • Mariângela Fialek já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Transparência, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF, para apurar desvio de emendas parlamentares e possível vínculo de Mariângela Fialek com o orçamento secreto. A ação envolve a ex-assessora de Arthur Lira e ocorreu nesta sexta-feira.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a Casa respeita o STF e suas decisões, mas destacou que a decisão não aponta desvio de verbas públicas. Motta disse ainda que a Câmara não compactua com irregularidades na execução de emendas.

Motta reforçou que a indicação de emendas por parlamentares é prevista na Constituição e depende de autorização da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência. A Câmara reiterou que não admite ilicitudes nesse processo.

Contexto

A Operação Transparência mira um suposto esquema de desvio de emendas e investiga a relação entre Mariângela Fialek e o orçamento secreto. Fialek já foi alvo de mandados de busca e apreensão previamente, segundo apuração do caso.

A PF foi chamada a esclarecer eventuais ligações entre as emendas e o antigo formato do orçamento secreto, sem indicar desfechos imediatos; o STF acompanha as informações e a Câmara mantém postura de neutralidade institucional.

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