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PSOE vê conduta de Salazar como falta grave e dá apoio jurídico às vítimas

Secretária de Organização do PSOE afirma que denúncias de assédio contra Salazar configuram falta grave, com registro para impedir reinserção automática e apoio jurídico às denunciantes

El País
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  • A secretária de Organização do PSOE, Rebeca Torró, classificou as denúncias de assédio contra Francisco Salazar como falta muito grave prevista nos estatutos e no código ético.
  • Mesmo com a baixa, o PSOE manteve no registro de censo a indicação dessa falta para impedir a alta automática de militante.
  • O partido afirmou que as denunciantes terão respaldo jurídico para ações legais e que oferecerá apoio psicológico às que não desejarem seguir a via jurisdicional.
  • O líder do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, pediu Plenário extraordinário no Congresso para que Pedro Sánchez explique a corrupção sistêmica do governo.
  • Miriam Nogueras, porta-voz da Junts, sugeriu que ERC aproveite a suposta fraqueza do governo, em meio à continuidade da cobertura sobre casos de assédio e medidas de respeito às vítimas.

A secretária de Organização do PSOE, Rebeca Torró, apontou que as denúncias de assédio contra Francisco Salazar configuram falta grave conforme os estatutos federais e o código ético. Mesmo afastado, o registro permanecerá para impedir nova alta automática como militante. Torró fez o anúncio em coletiva de imprensa.

O PSOE informou que as denunciantes terão apoio jurídico para ações legais, além de respeito àquelas que optarem por não recorrer à via judicial. Também há oferta de suporte psicológico às vítimas, conforme o partido.

Ações e reações políticas

Alberto Núñez Feijóo, líder do PP, solicitou Plenário extraordinário para que o presidente Pedro Sánchez preste explicações sobre corrupção no governo. Miriam Nogueras, porta-voz do Junts, sugeriu que ERC aproveite a fraqueza do governo.

O debate sobre assédio segue acompanhando outras frentes do PSOE, com cobranças por mecanismos de proteção às vítimas e protocolos de respeito. Francina Armengol, presidenta do Congresso, defendeu combate a qualquer sinal de corrupção ou machismo.

Ainda segundo a cobertura, simpatizantes socialistas reforçam apoio às deputadas, destacando a importância de investigações e de medidas contra casos de assédio. No Parlamento, deputados do PP relatam atmosfera tensa com a crise política em curso.

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