- Sayce afirma que é necessária uma reformulação de gestão e cultura no Departamento de Trabalho e Pensões para reconquistar a confiança pública após o escândalo de benefícios.
- A revisão aponta falhas no sistema do carer’s allowance e na liderança do órgão, e não erros isolados de cuidadores.
- O governo lançou um plano de £75m em três anos para revisar casos passados e melhorar os sistemas, com cerca de 200 mil casos históricos a serem reavaliados.
- Aproximadamente 26 mil cuidadores devem ter dívidas canceladas ou reduzidas; o denunciante Enrico La Rocca é citado como peça importante para tornar as falhas públicas.
- O governo diz que o problema é antigo e que houve compromisso de corrigir as falhas, com a maior parte das recomendações de Sayce aceitas e ações já em curso.
O Departamento de Trabalho e Pensões (DWP) anunciou um plano de reforma da gestão e da cultura institucional após o escândalo de benefícios, que deixou cuidadores inadimplentes. A derrota financeira atingiu centenas de milhares de pessoas.
A revisão liderada por Sayce apontou falhas do sistema e da liderança do DWP como responsáveis por cuidados se endividarem sem saber, com impactos em saúde mental e, em alguns casos, em acusações de fraude.
A ideia de Sayce era que o problema vinha de um sistema confuso, não de erros atribuídos a cuidadores. Revelações do Guardian mostraram críticas internas de Neil Couling sobre a culpa dos cuidadores.
O novo plano, com orçamento de cerca de 75 milhões de libras, prevê revisar casos passados e aprimorar os mecanismos de pagamento, para evitar injustiças futuras.
O governo confirmou que cerca de 200 mil casos históricos deverão ser reavaliados, e estimativas indicam que aproximadamente 26 mil cuidadores terão dívidas canceladas ou reduzidas.
A secretária de Bem-estar, Pat McFadden, rejeitou a visão de que falhas individuais estariam no centro do problema, afirmando que o problema era antigo e requer mudanças amplas no sistema.
Sayce elogiou o apoio à transparência e reconheceu a contribuição de um denunciante, identificado como Enrico La Rocca, para a investigação sobre o caso do benefício.
O relatório aponta que o governo aceitou a maioria das 40 recomendações, mas criticou a não atualização de orientações oficiais sobre despesas permitidas, o que perpetuou erros de cálculo de ganhos.
O governo também reforçou medidas para evitar que casos passem para o Ministério Público sem a devida avaliação, com promessas de comunicação mais clara aos cuidadores.
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