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Moraes autoriza ultrassom em Bolsonaro após pedido da defesa

Alexandre de Moraes autoriza ultrassom no local de custódia para Bolsonaro, visando confirmar hérnia inguinal; PF tem 15 dias para avaliação

PF tem 15 dias para avaliar quadro de saúde de Jair Bolsonaro
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  • O ministro Alexandre de Moraes acatou o pedido da defesa de Bolsonaro para realizar um ultrassom no local de custódia, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, com rapidez na conclusão. A PF tem 15 dias para avaliar o quadro de saúde.
  • O exame será feito nas dependências da PF, no local em que o ex-presidente está detido, conforme solicitação da defesa.
  • A finalidade do ultrassom é confirmar a existência de hérnia inguinal bilateral; a equipe médica havia recomendado cirurgia em razão da dor e de intercorrências recentes.
  • A defesa indicou o médico Bruno Luís Barbosa Cherulli para conduzir o ultrassom, ressaltando o caráter de urgência devido a novas intercorrências, como soluços e falta de ar.
  • Também foi determinada pela PF a realização de perícia médica para atestar a necessidade de cirurgia, com base em relatório que aponta tratamento cirúrgico sob anestesia geral.

O ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou a realização de um ultrassom no local de custódia de Jair Bolsonaro, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O pedido foi feito pela defesa do ex-presidente, que está preso.

A decisão ocorreu na noite de sábado. Moraes aceitou a recomendação da defesa de realizar o exame no ambiente da PF, para que as imagens e laudos fiquem disponíveis rapidamente à perícia já determinada pelo tribunal. A defesa argumenta urgência por motivos de saúde.

A PF tem um prazo de 15 dias para avaliar o estado de saúde de Bolsonaro e, com base no ultrassom, subsidiar a perícia médica sobre a necessidade de cirurgia. Os médicos alegam dor na região inguinal e possível hérnia.

Atualização sobre o estado de saúde

A defesa indicou o médico Bruno Luís Barbosa Cherulli para realizar o ultrassom. Além disso, aponta novas intercorrências, como soluços persistentes e episódios de falta de ar, que, segundo os advogados, justificam a intervenção cirúrgica.

No documento apresentado aos tribunais, a defesa descreve que o quadro clínico vem se agravando, com desconforto abdominal e sintomas que podem exigir anestesia geral, conforme avaliação médica encaminhada na própria petição.

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