- A ministra Michelle Rowland vai devolver parte dos gastos de viagem em família para a Austrália Ocidental, após auditoria independente indicar que parte das despesas pareceram fora das diretrizes.
- A soma total envolveu quase US$ 22 mil, com US$ 16 mil em passagens Sydney a Perth, mais US$ 4.242 de tarifas próprias e US$ 1.400 em allowances de viagem.
- A avaliação da Independent Parliamentary Expenses Authority (IPEA) concluiu na sexta-feira, 12 de dezembro, que parte das despesas com reunião de família ficaram fora das diretrizes, e iniciou o processo de reembolso.
- Rowland afirmou ter aceitado o parecer e começou o procedimento de reembolso; ela se tornou a primeira ministra a devolver recursos públicos em meio à crise de gastos.
- O tesoureiro Jim Chalmers apoiou que ela permaneça no cargo e pediu novas orientações sobre regras de viagem de políticos; outros casos de gastos de ministros também estão sob escrutínio.
O procurador-geral Michelle Rowland devolverá parte do custo da viagem com a família para a Austrália Ocidental após a auditoria independente apontar que parte das despesas violou as regras. Rowland confirmou, no domingo, que restituirá parte dos quase US$ 22 mil gastos.
A auditoria indicou que despesas de viagem ficaram fora das diretrizes, e Rowland iniciou o processo de reembolso. A Assessoria da IPEA finalizou o aconselhamento em 12 de dezembro e a partir de então começaram os passos para a restituição.
No total, as passagens Sydney-Perth somaram US$ 16 mil; além disso, as próprias passagens da ministra chegaram a US$ 4.242, e houve US$ 1.400 em o que é considerado subsídio de viagem para parlamentares. Rowland não pediu diárias associadas às viagens.
Contexto e desdobramentos
A divulgação do caso levou a novas escrutinações sobre outros ministros, incluindo Anika Wells, que gastou US$ 100 mil em viagens a Nova York e usou direitos de viagem com a família. Além disso, o ministro Don Farrell também é alvo de questionamentos sobre gastos em viagens a Canberra.
O Tesoureiro Jim Chalmers afirmou que o governo buscará orientação adicional da IPEA sobre regras de viagens de políticos, mantendo Rowland no cargo. O primeiro-ministro também solicitou parecer oficial sobre possíveis mudanças nas normas.
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