- Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, foi preso no Paraguai ao tentar embarcar para El Salvador com documentos falsos e foi expulso do país; ele foi entregue às autoridades brasileiras na fronteira e já havia sido condenado pelo STF a mais de 24 anos de prisão.
- Nesta sexta-feira, ele ficou na sede da Polícia Federal em Foz do Iguaçu; neste sábado foi transferido para Brasília, em avião da PF.
- Está previsto exame de corpo de delito no Instituto Nacional de Criminalística da PF por volta de meio‑dia; depois deverá cumprir prisão no Complexo Penitenciário da Papuda.
- Há pedido da defesa para que ele cumpra a pena em Santa Catarina, na Capital Florianópolis ou em São José, em vez da Papuda.
- A fuga ocorreu na véspera de Natal: a tornozeleira eletrônica dele ter ficado desativada, ele deixou o condomínio em São José com um cachorro e não foi mais localizado; buscas foram feitas pelos agentes.
Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi preso no Paraguai ao tentar embarcar para El Salvador com documentos falsos. Ele foi expulso do país e entregue às autoridades brasileiras na fronteira.
Nesta sexta, o ex-diretor permaneceu na sede da Polícia Federal (PF) em Foz do Iguaçu e, neste sábado, foi transferido de avião da PF para Brasília. A previsão é que passe por exame de corpo de delito no Instituto Nacional de Criminalística da PF por volta das 13h.
De Brasília, ele deverá seguir para o Complexo Penitenciário da Papuda, segundo informou a PF. Há ainda pedido da defesa para que o cumprimento da pena ocorra em Santa Catarina, na região de Florianópolis ou São José.
A fuga de Silvinei começou na véspera de Natal, quando a tornozeleira eletrônica teria deixado de funcionar. Ele deixou o condomínio onde mora em São José (SC) por volta das 19h20 de quarta-feira (24), levando um cachorro da raça pitbull e sacolas em veículo alugado. Não foi mais visto pelas autoridades.
Imediatamente após a desativação da tornozeleira, a PF apurou a ausência e acionou a Polícia Penal de Santa Catarina, que também esteve na residência na noite de Natal, sem êxito. O painel da PF aponta que os motivos da violação da tornozeleira ainda não estão esclarecidos.
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