- O colunista Ricardo Kotscho afirma no UOL News que Bolsonaro enfrenta esvaziamento político e perda de apoio após a prisão e a internação.
- Pesquisas Genial/Quaest mostram queda de apoio, com a maioria dizendo que ele não foi perseguido pela Justiça e que a prisão foi adequada pelos seus atos.
- Não há mobilização de seguidores, nem no hospital nem na prisão da Polícia Federal, segundo a matéria.
- A recusa de Alexandre de Moraes em conceder prisão domiciliar é apontada como fator de desmobilização.
- O texto aponta que a internação ocorreu na semana de Natal e Ano Novo com o objetivo de viabilizar prisão domiciliar e apresentar Bolsonaro como vítima.
Jair Bolsonaro (PL) vê diminuição de apoio após ser preso pela participação na trama golpista e internado. O colunista Ricardo Kotscho afirma, em reportagem do UOL News, que o ex-presidente enfrenta desaquecimento político e queda na mobilização.
Segundo levantamento Genial/Quaest, a rejeição a Bolsonaro cresce e o público já não acompanha manifestações, mesmo em períodos de internação ou detenção. A negativa de Moraes sobre prisão domiciliar é citada como indicativo dessa desmobilização.
Nessa semana de Natal e Ano Novo, o objetivo principal da defesa seria obter a prisão domiciliar, segundo o texto, para apresentar Bolsonaro como vítima de doença. O cenário aponta para um desgaste progressivo do seu apoio.
> O trabalho de Kotscho sustenta que o bolsonarismo assiste a um esvaziamento claro, com pesquisa Quaest indicando queda de apoio ao longo das últimas semanas e percepção de que não houve perseguição judicial.
A leitura dos relatos aponta que não se observa base de apoiadores em hospital ou na cela da Polícia Federal, sugerindo redução de presença de seguidores na vida pública.
Contexto político: o artigo ressalta a percepção de que o funcionamento do movimento pró-Bolsonaro enfrenta dificuldades de mobilização, mesmo em momentos de crise.
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