- Ex-presidente Jair Bolsonaro teve alta hospitalar nesta quarta-feira (27) após cirurgia de retirada de cálculo renal e, segundo a equipe médica, passa bem; deve seguir tratamento em casa.
- Após a alta, voltou para a residência em Brasília, onde ficará em observação; não há previsão de retorno às atividades públicas.
- Bolsonaro foi preso pela Polícia Federal em 23 de julho, durante operação que investiga supostas irregularidades na campanha eleitoral; foi libertado após uma semana.
- A prisão ocorreu após a PF cumprir mandados de busca e apreensão; a operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
- A investigação aponta possível tentativa de interferência na Polícia Federal e incitação ao crime; a defesa afirma boa saúde e que a prisão é desnecessária, mantendo-o sob custódia enquanto os trabalhos continuam.
O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quarta-feira, 27. Ele havia passado por uma cirurgia de retirada de cálculo renal e, segundo a equipe médica, está bem e deve seguir o tratamento em casa.
Após a alta, Bolsonaro retornou à residência em Brasília, onde ficará em observação. Não há previsão de quando ele poderá voltar às atividades públicas.
Bolsonaro foi preso pela Polícia Federal em 23 de julho durante operação que investiga supostas irregularidades na campanha eleitoral. Ele foi libertado após uma semana na prisão, quando a Justiça Federal determinou a soltura.
A prisão ocorreu após cumprimento de mandados de busca e apreensão na residência do ex-presidente e em locais ligados a ele. A operação foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.
Segundo a PF, o ex-presidente é investigado por suposta tentativa de interferência na Polícia Federal e por incitação ao crime em manifestações públicas. Bolsonaro nega as acusações e diz sofrer perseguição política.
A volta à sede da PF aconteceu após a alta hospitalar, com Bolsonaro permanecendo sob custódia durante as investigações. A defesa afirmou que ele está em bom estado de saúde e que a prisão é desnecessária.
A situação permanece sob análise judicial, com desdobramentos pendentes. Investigações continuam em andamento e Bolsonaro aguarda novas determinações do judiciário.
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