- O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos postou, no fim do ano, uma foto de Nagai sem permissão para promover deportações, com a legenda “America after 100 million deportations” e outra frase sobre a paz de uma nação.
- Hiroshi Nagai, designer gráfico japonês de 78 anos, afirmou em X que a imagem está sendo usada sem autorização pelo DHS e afirmou não saber o que fazer.
- o caso se soma a uma série de incidentes em que o DHS utilizou obras de artistas para promover a agenda de imigração, muitas sem consentimento.
- Anteriormente, a fundação da família de Thomas Kinkade condenou o uso de uma de suas pinturas pelo DHS; a obra foi acompanhada da mensagem “Protect the homeland”.
- Também houve críticas de artistas como Olivia Rodrigo e Sabrina Carpenter, que repudiaram o uso de suas músicas para promover campanhas de deportação.
O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) enfrenta críticas após acusação de uso não autorizado de obra de Hiroshi Nagai para promover deportações. Nagai, designer gráfico japonês, afirmou em postagem que a imagem foi usada sem consentimento para apoiar a agenda de deportação do DHS. A controvérsia chegou aos tratos oficiais na Internet, gerando resposta negativa de diversos setores.
A denúncia ocorre após episódios anteriores envolvendo artistas como Thomas Kinkade, Olivia Rodrigo e Sabrina Carpenter, cuja arte ou música também foi utilizada pelo DHS para campanhas associadas à imigração. Em cada caso, houve contestação pública e pedidos de remoção dos conteúdos.
Nova denúncia de Nagai
A acusação de Nagai ganhou destaque na plataforma X, onde o artista questiona o uso de sua arte por parte do DHS sem autorização. A postagem mostra uma cena de praia com palm trees e um carro antigo, acompanhada de mensagens associadas à deportação em massa. O designer, de 78 anos, é conhecido por cenas contemplativas de paisagens urbanas sem pessoas.
Repercussões e contexto histórico
O DHS já enfrentou críticas pela prática de usar obras de terceiros para promover sua agenda de imigração, com relatos de autorização inexistente ou contestada. Em resposta, a Kinkade Family Foundation emitiu nota condenando o uso de obras sem permissão e solicitando a remoção do conteúdo. Estava em jogo a relação entre governo e artistas na comunicação de políticas públicas.
Reação pública e desdobramentos
Especialistas em direitos autorais apontam que o uso de obras sem consentimento pode violar acordos de licenciamento e direitos morais. A repercussão de Nagai inclui pedidos de clarificação sobre políticas de uso de arte por órgãos governamentais. A imprensa consultou o DHS, que ainda não confirmou detalhes sobre o caso específico.
Entre na conversa da comunidade