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Labor NSW é acusado de acelerar inquérito sobre banir a frase ‘intifada’

Comissão de NSW não realizará audiências públicas sobre proibir frases de ódio como “globalise the intifada”; prazo de submissões é até 12 de janeiro e relatório sai no fim de janeiro, diz oposição

The inquiry was flagged by the premier, Chris Minns (pictured) last month, when changes to gun control, hate speech and protest laws were rushed through parliament after the Bondi attack.
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  • Comissão da NSW apura a proibição de frases de ódio, incluindo “globalise the intifada”, sem audiências públicas e com prazo de submissões até 12 de janeiro.
  • Relatório deve ficar pronto até o fim de janeiro; a investigação foi anunciada após o ataque em Bondi.
  • Oposição critica a pressa e a ausência de representantes liberais na composição do grupo.
  • O comitê responsável é da Câmara baixa, formado por quatro membros do Partido Trabalhista, uma da Verde, um independente e um representante da oposição (National), sem Liberais.
  • Governo afirma que o objetivo é agir rapidamente para enfrentar o discurso de ódio, buscando referências internacionais de melhores práticas.

A comissão parlamentar de NSW instaurou uma apuração para avaliar a proibição de expressões que incitem ódio, após o ataque em Bondi. O governo liderado pelo Labor acelerou o processo, com pouca publicidade e mudanças iminentes na legislação de discurso de ódio.

A análise, conduzida pela comissão de leis e segurança da Câmara, não terá audiências públicas. O prazo para envio de contribuições vai até 12 de janeiro, e o relatório está previsto para o fim de janeiro. Críticos argumentam que o rito é apressado e reduz o espaço de consulta da sociedade.

O tema central é a possível proibição de expressões consideradas odiosas, incluindo a frase associada ao movimento intifada. O objetivo é compreender como frear discursos de ódio sem restringir a liberdade de comunicação política, conforme referências internacionais.

A composição da comissão envolve quatro deputados do Labor, incluindo o presidente Edmond Atalla, além de Tamara Smith, da Greens, o independente Philip Donato e o representante do oposto, o deputado do Nationals e titular da pasta de polícia, Paul Toole. Não há integrantes do Liberal.

A oposição, liderada pela chefe Kellie Sloane, sustenta que a atuação foi acelerada durante as férias, sem aviso prévio e sem participação de representantes liberais. Os Liberais defendem a criação de uma comissão dedicada com audiências públicas e prazo maior.

O governo argumenta que a rapidez é necessária para enfrentar slogans de ódio rapidamente, citando a necessidade de medidas eficazes diante de incidentes recentes. O premier Chris Minns reiterou que a análise busca exemplos internacionais de combate a expressões de ódio sem violar liberdades constitucionais.

Segundo a pauta da apuração, o grupo deve avaliar impactos na coesão comunitária, mecanismos para evitar abusos e referências a práticas internacionais, incluindo o Reino Unido. A NSW Jewish Board of Deputies apoia a iniciativa como marco no enfrentamento da incitação ao ódio.

Organizadores de movimentos pró-palestinos anunciaram ações recentes em resposta a propostas legislativas, destacando que o debate envolve também direitos de manifestação. O governo sinaliza que mudanças legais podem acompanhar o relatório, se necessário.

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