- A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi, informou que Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, serão julgados nos tribunais norte‑americanos após serem capturados por forças dos EUA.
- Ambos foram indiciados no Distrito Sul de Nova York; Maduro é acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de armamentos contra os EUA.
- Bondi escreveu que eles “em breve enfrentarão toda a força da justiça americana” em solo dos Estados Unidos.
- A procuradora agradeceu a Trump pela ação e elogiou as Forças Armadas pela operação de captura de dois supostos narcotraficantes internacionais.
- O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, rejeitou a presença de tropas estrangeiras e chamou o ataque de vil e covarde, pedindo ajuda internacional; houve bombardeios de barcos no Caribe nos meses recentes.
Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, serão julgados nos tribunais dos EUA após serem capturados por forças americanas em uma operação militar, confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, neste sábado (3). O episódio ocorreu no contexto de ações contra narcotráfico e extremismo.
Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, eles foram indiciados no Distrito Sul de Nova York com acusações que incluem conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, além de conspiração para posse de armamento. Bondi afirmou que enfrentarão a justiça nos Estados Unidos.
Bondi não detalhou as acusações específicas contra Cilia Flores, esposa de Maduro, mas reiterou que ambos irão a julgamento em solo americano. A nota oficial agradeceu ao presidente Trump pela ação e às Forças Armadas pela operação de captura.
Reação internacional
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou o ataque como vil e covarde. Padrino pediu ajuda internacional diante do que chamou de agressão externa. Bombardeios de barcos no Caribe, atribuídos aos EUA, foram mencionados como contexto recente.
Entre na conversa da comunidade