- Mauro Vieira ligou para o chanceler da Venezuela, Yván Gil Pinto; a conversa foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores, sem detalhes sobre o conteúdo ou a duração.
- A TeleSUR, canal pró-Maduro, informou que Vieira condenou a agressão militar.
- O ministro interrompeu férias para retornar a Brasília e participar de uma reunião emergencial; ele saiu do cargo em 21 de dezembro e voltaria em 6 de janeiro.
- A reunião entre ministros brasileiros deve ocorrer no Palácio do Itamaraty; não há informações sobre a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está no Rio de Janeiro.
- Os Estados Unidos disseram que capturaram Nicolás Maduro e a primeira-dama; Delcy Rodríguez pediu prova de vida; explosões foram registradas em Caracas, com ocorrências também em Miranda, Aragua e La Guaira; ainda não há confirmação oficial de vítimas ou danos.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, ligou hoje para o chanceler venezuelano Yván Gil Pinto. A conversa ocorreu após os anúncios dos Estados Unidos sobre ataques à Venezuela e a suposta captura de Nicolás Maduro. O Ministério das Relações Exteriores confirmou o contato, mas não divulgou detalhes sobre o conteúdo ou a duração da ligação.
Segundo a TeleSUR, canal estatal venezuelano alinhado ao governo, Vieira teria manifestado condenação à agressão militar. O ministério não confirmou esse trecho de forma oficial, limitando-se a registrar o diálogo entre os chanceleres. O Brasil informou também que Vieira interrompeu as férias para participar de uma reunião emergencial em Brasília.
Contexto e agosto da reunião
A reunião emergencial está prevista para ocorrer no Palácio do Itamaraty. O presidente Lula está no Rio de Janeiro e não há confirmação sobre a participação dele na prática durante a reunião. A agenda visa avaliar o impacto diplomático e as próximos passos diante da violência na região.
Cenário na Venezuela e reações
O presidente interino afirmou que Maduro foi capturado e levado para fora do país, segundo a versão divulgada por autoridades dos EUA. A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, pediu prova de vida de Maduro e da primeira-dama. Ainda não há confirmação oficial de vítimas ou de danos consolidados.
Ações e efeitos observados
Explosões foram registradas em Caracas por volta das 3h, horário de Brasília. Registro de incidências também aponta ataques em Miranda, Aragua e La Guaira. O governo local informou que as explosões atingiram áreas civis e militares, sem números oficiais de mortos ou feridos até o momento.
Implicações econômicas e diplomáticas
Analistas apontam riscos de escalada militar na região e impactos diretos na economia, incluindo o preço do petróleo. No Brasil, mantém-se a cautela diante da continuidade das relações comerciais com a Venezuela e a necessidade de estabilidade na fronteira norte. Sucessora de Maduro atua como guardiã de planos de defesa considerados ativos pelo governo venezuelano.
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