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Rússia condena ataque armado dos EUA contra a Venezuela

Rússia condena ataque dos EUA à Venezuela e aposta no diálogo; Trump afirma ter atacado e capturado Maduro, e o vice-presidente venezuelano exige prova de vida

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  • O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o que chamou de ato de agressão armada dos Estados Unidos contra a Venezuela e pediu diálogo para evitar escalada.
  • Em comunicado, Moscou afirmou que, diante da situação, é essencial evitar nova escalada e buscar uma saída por meio do diálogo.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro, que teria sido retirado do país.
  • O vice‑presidente da Venezuela exigiu dos EUA a prova de vida de Maduro.
  • O ministro da Defesa da Venezuela classificou o ataque como vil e covarde.

A Rússia condenou neste sábado, 3 de janeiro de 2026, o que chamou de ato de agressão armada dos Estados Unidos contra a Venezuela. O Ministério das Relações Exteriores afirmou que a situação exige evitar escaladas e buscar uma solução por meio do diálogo.

Segundo o comunicado, Moscou está preocupado com a possibilidade de nova escalada na região e pediu que as partes envolvidas retornem a vias diplomáticas para orientar a crise. A declaração ressalta a necessidade de canais de negociação entre Moscou, Washington e Caracas.

O governo venezuelano não comentou de forma oficial sobre o ataque, mas o presidente dos Estados Unidos afirmou que os EUA teriam atacado a Venezuela e capturado o presidente Nicolás Maduro, que teria sido retirado do país. A declaração de Trump gerou imediata repercussão internacional.

Desdobramentos

O vice-presidente da Venezuela pediu aos EUA que apresentem prova de vida de Maduro, reforçando a exigência de verificação de informações. A Presidência venezuelana não confirmou os relatos citados pelo governo norte-americano.

As informações que chegaram até o momento apontam para uma tensão marcada por acusações mútuas entre EUA e Venezuela, com o Kremlin destacando a prioridade do diálogo e a contenção de qualquer agressão. Não houve confirmação independente sobre as ações narradas por Trump.

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