- Trump afirmou, em postagem, que Nicolás Maduro e a esposa foram capturados e retirados do país após uma ofensiva de grande escala, ocorrida na madrugada de sábado, com apoio de autoridades de segurança dos EUA.
- A ofensiva incluiu ataques a bases militares em Caracas e em outros estados, com indícios de ações terrestres no território venezuelano.
- Trump disse que vai falar sobre o assunto em uma entrevista coletiva em Mar-a-Lago e citou planejamento e autorização para a operação junto a autoridades norte-americanas.
- O governo venezuelano reagiu, com o ministro da Defesa classificando o ataque como “a maior agressão militar criminosa” e a vice-presidente pedindo prova de vida de Maduro.
- Países vizinhos reagiram de formas distintas, com Colômbia dizendo que pode enviar forças à fronteira e Milei, da Argentina, apoiando as ações dos EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, após uma ofensiva de grande escala com ataques em Caracas e outros estados. A notícia foi veiculada por meio de uma postagem de Trump em uma rede social, citando ação conjunta com a aplicação da lei norte-americana. A alegação indica que Maduro foi retirado do país em aeronave.
Trump disse que a operação envolveu planejamento, tropas e apoio de autoridades norte-americanas. Em entrevista ao NYT, ele sinalizou que iria esclarecer a legalidade do episódio em uma coletiva marcada para Mar-a-Lago, na Flórida. A declaração gera repercussão já no dia seguinte aos ataques relatados na capital venezuelana.
Horas antes, explosões foram registradas em bases militares de Caracas, segundo a versão do governo venezuelano, que também informou ataques em outros três estados. Observadores veem o episódio como parte de uma escalada da campanha militar dos EUA contra Maduro, que já envolveu movimentação de tropas e navios.
O governo venezuelano, representado pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, criticou a ofensiva, chamando-a de agressão militar criminosa. Em discurso público, López acusou as tropas estrangeiras de interesse nas riquezas do país e de disseminar mentiras sobre narcoterrorismo.
A vice-presidente Delcy Rodríguez declarou à televisão estatal que não tinha informações sobre o paradeiro de Maduro e pediu provas de decisão de vida do líder. Em paralelo, o presidente colombiano Gustavo Petro disse que pode mobilizar forças na fronteira para atender a possíveis fluxos de refugiados.
Casos paralelos incluem reações de outros aliados de Trump. O presidente argentino Javier Milei publicou apoio a ações dos EUA com mensagens de apoio à liberdade. Já o senador Mike Lee questionou a autoridade de Trump para ordenar ataques sem autorização de guerra.
O Departamento de Justiça dos EUA já havia acusado Maduro de tráfico de drogas e corrupção em 2020, conforme registro anterior. A narrativa de hoje é tratada como desdobramento de uma campanha de longa data contra o governo venezuelano, segundo fontes abertas.
Este é um caso em desenvolvimento e continuará sendo acompanhado. As informações oficiais podem sofrer alterações conforme novas confirmações emergirem.
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