- Militares americanos capturaram Nicolás Maduro e a esposa durante ataque de madrugada em Caracas; ambos foram transferidos para o navio de desembarque USS Iwo Jima e, depois, para Nova York.
- O presidente dos Estados Unidos afirmou, em entrevista à Fox News, que o país ficará “muito fortemente envolvido” na indústria de petróleo da Venezuela.
- Explosões e ataques foram ouvidos em Caracas por cerca de noventa minutos, com ações também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
- Maduro tinha sido acusado nos Estados Unidos, em 2020, de narcoterrorismo e outras ações ligadas a uma suposta viagem de cocaína; ele nega as acusações.
- Reações internacionais foram mistas: aliados condenaram a intervenção; alguns países elogiaram a saída de Maduro, enquanto outros criticaram a violação de soberania.
O presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças especiais dos EUA durante uma ofensiva no entorno de Caracas, na madrugada de sábado. A operação teria ocorrido após ataques aéreos e explosões na capital e em estados vizinhos. Maduro foi levado rapidamente a bordo do navio anfíbio USS Iwo Jima e, posteriormente, transferido para Nova York.
Segundo autoridades americanas, a ofensiva foi planejada há dias e contou com apoio de unidades de elite. O governo venezuelano informou que houve civis e militares feridos nos ataques, sem divulgar números oficiais. Maduro e Flores teriam sido removidos de Caracas por helicópteros.
Trump admitiu, em entrevista à Fox News, que os EUA ficarão “muito envolvidos” no setor petrolífero venezuelano após a operação. O ex-presidente apontou que as maiores companhias de petróleo do mundo estarão envolvidas na gestão do petróleo venezuelano.
Desdobramentos regionais
A dupla teria sido levada ao USS Iwo Jima e, de lá, seguiria para Nova York, segundo relatos. O objetivo americano seria reassumir o controle sobre reservas de petróleo, maior indústria do país, e reorganizar a gestão energética.
A comunidade internacional reagiu de forma variada. Alguns aliados criticaram a violação de soberania, enquanto governos opositores e analistas discutem o impacto político interno na Venezuela. Não houve confirmação de planos para substituição imediata do governo.
Maduro enfrentava acusações de narcotráfico e sanções dos EUA desde 2013, com histórico de tensões diplomáticas e bloqueios. A agência de justiça dos EUA já havia apresentado acusações contra o líder venezuelano em casos de tráfico de drogas.
As autoridades americanas afirmaram que o governo venezuelano poderá responder judicialmente em território dos EUA, conforme tramitações bilaterais. A diretoria de segurança nacional não detalhou prazos ou próximos passos.
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