- Bruce Springsteen lançou nesta quarta-feira a canção Streets of Minneapolis, um protesto contra Donald Trump e a atuação da imigração policial, citando os dois mortos em Minneapolis.
- A faixa, de pouco mais de quatro minutos, é dedicada a Alex Pretti e Renee Good, vítimas de tiros durante operações de imigração irregular na cidade neste mês.
- O músico explicou em suas redes sociais que escreveu a canção no sábado, gravou no dia seguinte e apresentou hoje como resposta ao que chamou de terror de Estado na cidade.
- O refrão faz referência a Streets of Philadelphia e convoca a lembrar os nomes das pessoas mortas nas ruas de Minneapolis.
- Springsteen já apoiou publicamente Barack Obama, Joe Biden e Kamala Harris; Trump, por sua vez, chamou o artista de “imbecil desagradável”.
Bruce Springsteen lançou nesta quarta-feira, 28, o single Streets of Minneapolis, uma canção de protesto contra a política anti-imigração de Donald Trump e contra a atuação de agentes federais que resultou em duas mortes em Minneapolis, nos EUA.
A faixa, com pouco mais de quatro minutos, aponta críticas diretas aos agentes federais envolvidos nas operações de fiscalização da imigração. A música foi escrita no sábado, gravada no dia seguinte e disponibilizada publicamente ontem pelo artista.
Springsteen, de 76 anos, é conhecido por posicionamentos políticos ao longo da carreira e já apoiou publicamente figuras democratas. A nova canção faz referência às mortes ocorridas durante ações de imigração irregulares em Minneapolis neste mês.
O texto da música descreve o uso de força por parte de agentes federais e a repercussão do que chama de terror de Estado na cidade, mencionando os nomes das vítimas para homenageá-las.
A canção faz alusão ao histórico de lutas por direitos civis presentes na obra do artista e ao debate público sobre políticas de imigração nos Estados Unidos. O refrão faz menção a uma cidade que tem sido palco de protestos.
Historicamente, Springsteen já manifestou apoio a figuras como Barack Obama e Joe Biden, além de ter criticado mudanças em políticas de direitos civis que, segundo ele, poderiam impactar a justiça social. O presidente Trump reagiu aos posicionamentos do músico em entrevistas públicas.
Entre na conversa da comunidade