- É falso o sinal de que o INSS deixará de pagar aposentadoria em 2026 para quem não tiver a nova identidade (CIN).
- A CIN passa a ser obrigatória para manter benefícios apenas a partir de 1° de janeiro de 2028; antes disso, a biometria pode ser feita com CIN, CNH ou título de eleitor.
- A partir de 1° de maio de 2026, a biometria torna-se obrigatória também para novos pedidos de salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária e pensão por morte; quem não tiver biometria em nenhum documento poderá precisar emitir a CIN.
- Para quem já recebe benefício, não há mudança imediata; se houver necessidade de atualização biométrica, o INSS avisa previamente e não há bloqueio de pagamentos.
- Embora tenha circulado como fake, o INSS confirma que a CIN será obrigatória apenas em 2028 para novos requerimentos e manutenção de benefícios; já em 2025 houve exigência de biometria para novos pedidos.
O INSS não deixará de pagar aposentadorias a quem não tiver a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) em 2026. A informação circula como falso depuis dezembro de 2025 e foi amplificada por vídeos criados com IA. A medida de biometria entra em vigor aos poucos, com efetivação total prevista para 2028.
Publicações falsas afirmam que benefícios seriam suspensos a partir de 2026 para quem não possui CIN. Um vídeo com personagem IA aparece como repórter de telejornal, sugerindo obrigação da CIN para manter pagamentos. Não procede: beneficiários ativos não são impactados já em 2026.
A explicação oficial indica que, desde 21 de novembro de 2025, a biometria passou a valer para novos pedidos de aposentadoria e pensões. Nessa etapa, valem CIN, CNH e título de eleitor como documentos com biometria. A CIN passa a ser exigida, caso não haja biometria em outros documentos.
A partir de 1º de maio de 2026, a biometria torna-se obrigatória para novos pedidos de salário-maternidade, auxílio por incapacidade temporária e pensão por morte. Quem não tiver biometria em CNH ou título de eleitor deverá emitir a CIN. Exceções abrangem idosos, pessoas com dificuldade de deslocamento, moradores de áreas isoladas, migrantes e residentes no exterior.
O INSS esclarece que, para quem já recebe benefício, não há suspensão em 2026. A exigência de CIN vale apenas para manutenção de benefícios a partir de 1º de janeiro de 2028, quando a CIN passa a ser o único documento biométrico para novos requerimentos. Caso haja necessidade, o órgão avisa com antecedência sem bloquear pagamentos.
Quem já é beneficiário não precisa tomar uma medida imediata, mas o INSS orienta obter a CIN para evitar filas futuras e reforçar a segurança dos dados. Se houver atualização biométrica necessária, o INSS informará previamente sem interromper os pagamentos.
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