Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Esposa do presidente sul-coreano deposto, Kim Keon-hee, é presa por corrupção

Esposa do ex-presidente sul-coreano é condenada a vinte meses de prisão por corrupção, por recebimento de presentes luxuosos em troca de favores políticos, enquanto Yoon aguarda veredicto sobre rebelião

Kim has been in jail since August, when the Seoul court approved a warrant to arrest her, citing the chance she could destroy evidence.
0:00
Carregando...
0:00
  • Kim Keon Hee, ex-primeira-dama da Coreia do Sul, foi condenada a 20 meses de prisão por corrupção, por receber presentes de uma igreja em troca de favores políticos, incluindo uma necklace da Graff e uma bolsa Chanel.
  • O tribunal informou que, por estar próxima ao presidente, a primeira-dama pode exercer influência, mas que a ré utilizou a posição para ganhos pessoais.
  • A defesa afirmou que a sentença é relativamente alta e informou que poderá recorrer; Kim está presa desde agosto.
  • O marido, o ex-presidente Yoon Suk Yeol, aguarda veredicto sobre a acusação de rebelião relacionada ao decreto de estado de emergência, com pena potencial de morte ou prisão perpena.
  • Investigadores disseram que Kim não esteve envolvida na aplicação do decreto de lei marcial por parte de Yoon; o julgamento ocorreu cerca de três semanas antes do veredito sobre a rebelião.

Kim Keon Hee, esposa do ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol, recebeu uma pena de 20 meses de prisão por corrupção. A decisão ocorreu enquanto Yoon aguarda veredicto sobre uma acusação de rebelião, que pode implicar pena de morte ou prisão perpétua.

A corte informou que Kim recebeu presentes de luxo, como um colar de diamante Graff e uma bolsa Chanel, em troca de promessas de favores políticos, captando influência próxima ao cargo.

Segundo a decisão, a primeira-dama utilizou sua posição para obter ganhos pessoais. Kim revelou, por meio de seus advogados, que aceitará a visão do tribunal e pediu desculpas aos envolvidos.

Kim está presa desde agosto, após a autorização de uma ordem de prisão emitida pelo tribunal de Seul para evitar a possível destruição de provas. A defensoria afirma que a investigação teve motivações políticas.

Yoon Suk Yeol enfrentará, em breve, o veredicto sobre o caso de rebelião relacionado ao decreto de estado de emergência. Investigadores não consideram que Kim tenha participação no decreto.

Min Joong-ki, procurador independente, pediu uma pena de 15 anos para Kim, em três acusações: manipulação de preço de ações, violações de leis de financiamento político e recebimento de subornos. A corte absolveu Kim de duas outras acusações.

A defesa de Kim afirmou que a investigação teve motivação política e que a pena imposta é relativamente alta. O time jurídico pretende avaliar recursos a um tribunal superior.

O Partido Democrata, que liderou a destituição de Yoon, criticou o veredito por sinalizar tolerância a abusos de poder. A defesa argumenta que Kim não participou de ações ligadas ao decreto marcial.

Observadores apontam que o desfecho de Kim ocorre pouco antes da decisão sobre o caso de rebelião de Yoon, que envolve a imposição do estado de emergência durante o período de mandato. Cho Eun-suk liderou a investigação independente sobre o tema.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais