Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ex-primeira-dama da Coreia do Sul é condenada à prisão

Condenação de Kim Keon Hee a 20 meses por subornos da Igreja da Unificação intensifica o abalo político, enquanto julgamento de Yoon Suk Yeol por golpe pode resultar em pena de morte

Kim Keon Hee, ex-primeira-dama da Coreia do Sul, condenada à prisão – foto: Anthony Wallace/AFP
0:00
Carregando...
0:00
  • Ex-primeira-dama Kim Keon Hee foi condenada a 20 meses de prisão por corrupção, por ter recebido bolsas Chanel e um pingente de diamantes da Igreja da Unificação em troca de favores políticos; foi absolvida de manipulação do preço das ações e de violação da lei de financiamento político.
  • O marido, ex-presidente Yoon Suk Yeol, aguarda julgamento por tentativa de golpe de Estado; a pena pode chegar à morte ou prisão perpétua.
  • Kim está presa desde agosto; promotores vão recorrer das outras duas absolvições; investigadores dizem que ela não participou da trama golpista de Yoon.
  • A Igreja da Unificação negou o suborno; líder Han Hak-ja também enfrenta julgamento; a igreja afirma que as contribuições são voluntárias.
  • Em três semanas, o tribunal de Seul deve decidir sobre a pena de morte de Yoon, ligado à tentativa de impor lei marcial em dezembro de 2024, que levou ao impeachment.

A Justiça da Coreia do Sul condenou a ex-primeira-dama Kim Keon Hee a 20 meses de prisão por corrupção. A pena foi decretada por ter aceitado bolsas da Chanel e um pingente de diamantes de membros da Igreja da Unificação, em troca de favores políticos. Ela já responde a outros casos.

Kim Keon Hee foi considerada culpada apenas por essas acusações. Foram rejeitadas outras duas acusações: manipulação do preço das ações e violação da lei de financiamento político. Os promotores anunciaram que vão recorrer da sentença.

O marido da condenada, o ex-presidente Yoon Suk Yeol, aguarda julgamento por tentativa de golpe de Estado. O veredicto pode resultar em pena de morte ou prisão perpétua, conforme o andamento do caso.

Kim está presa desde agosto, após autorização do tribunal de Seul para evitar destruição de provas. O ex-presidente também permanece detido, em local separado. Investigadores afirmam que Kim não participou da suposta trama golpista.

Sentença dividiu opiniões. O tribunal destacou que, apesar de a primeira-dama ser figura simbólica, ela usou a posição para ganhos pessoais. A defesa sustenta motivação política na investigação.

Igreja da Unificação nega suborno. A instituição afirmou não ter recebido retorno, e a líder Han Hak-ja, também investigada, negou envolvimento em práticas ilícitas. A religião é alvo de acusações de influência política.

Julgamento sobre a pena de Yoon Suk Yeol está marcado para ocorrer em três semanas. O Ministério Público pediu pena de morte por suposta insurgência ao tentar impor lei marcial, em dezembro de 2024.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais