- Lula reuniu-se com José Antonio Kast, presidente eleito do Chile, em Cidade do Panamá, para tratar de estabilidade regional e combate ao crime organizado.
- O encontro, de cerca de uma hora, ocorreu em hotel onde Lula está hospedado; Kast chegou por volta das 20h20 no horário de Brasília.
- Kast foi eleito em dezembro, tem histórico de declarações críticas a Lula e de apoio a Jair Bolsonaro; tomará posse em março.
- Antes do encontro com Kast, Lula afirmou ter conversado com o presidente chileno em exercício, Gabriel Boric.
- Os dois participam do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe; Lula assinará acordo de cooperação e facilitação de investimentos entre Brasil e Panamá durante a viagem.
Lula se reuniu nesta terça-feira com o presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, para tratar de estabilidade regional e combate ao crime organizado. O encontro ocorreu em um hotel na Cidade do Panamá, onde o presidente brasileiro está hospedado durante o Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe.
A reunião bilateral, de aproximadamente uma hora, ocorreu pouco depois de Lula conversar com o presidente do Chile em exercício, Gabriel Boric. Kast, de direita, foi eleito em dezembro e assume o cargo em março. O encontro marca o primeiro contato entre as duas lideranças desde a vitória de Kast.
O Panamá está servido como palco adicional das agendas de Lula e Kast durante a viagem. Além do tema regional, está prevista a assinatura de um acordo de cooperação e facilitação de investimentos entre Brasil e Panamá, com regras de proteção de investimentos de ambos os países.
Entre os participantes do fórum, há ainda chefes de Estado e de governo de outros países da região, como Bolívia, Equador, Barbados e Jamaica. O objetivo é fortalecer laços econômicos, ampliar a cooperação e discutir questões regionais relevantes.
A agenda de Lula no Panamá inclui atividades oficiais no contexto do encontro internacional, que ocorre na quarta-feira. O acordo de investimento, segundo informações oficiais, busca facilitar fluxos econômicos bilaterais e garantir segurança jurídica para investidores.
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