Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PSD reordena a centro-direita sem Bolsonaro e pode afetar palanques estaduais

Com Caiado no PSD, centro-direita se fortalece sem Bolsonaro e pode reconfigurar palanques estaduais, impactando negociações de apoio ao PT

0:00
Carregando...
0:00
  • O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixará o União Brasil e se filiará ao PSD de Gilberto Kassab, reacendendo as articulações para 2026.
  • O PSD busca se posicionar como centro-direita sem Jair Bolsonaro, apostando em nomes que representem um “pós-bolsonarismo”.
  • Caiado passa a compor um trio com Ratinho Júnior (PSD-PR) e Eduardo Leite (PSDB-RS); um deles pode sair como cabeça de chapa presidencial.
  • Kassab defendia Tarcísio de Freitas como sucessor natural de Bolsonaro, mas o anúncio de Flávio Bolsonaro reabriu a possibilidade de candidatura própria do PSD; pode haver vice na chapa ou mesmo retirada do PSD da disputa.
  • Flávio Bolsonaro reagiu dizendo que o movimento é “muito bom”, mas alianças podem ficar mais complexas; o PT avalia atrair lulistas dentro do PSD, embora o trio antipetista dificulte apoio a Lula.

O PSD recebeu um golpe estratégico com a decisão de Ronaldo Caiado, governador de Goiás, de deixar o União Brasil e se filiar à sigla de Gilberto Kassab. A mudança altera o tabuleiro eleitoral de 2026 e as conversas sobre palanques estaduais.

A ideia central, segundo lideranças ouvidas, é posicionar o PSD como alternativa de centro-direita sem o nome de Jair Bolsonaro, buscando nomes que representam um cenário de pós-bolsonarismo. O movimento é visto como o mais relevante desde o anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

Caiado passa a integrar um trio com Ratinho Júnior (PSD-PR) e Eduardo Leite (PSDB-RS). Um deles pode sair como cabeça de chapa em uma eventual candidatura presidencial, conforme o desenho atual.

Pelo acordo com Kassab, Caiado sinaliza liberdade total para o candidato escolhido compor palanques. Em entrevista ao blog, o governador afirmou que, se for o candidato, pode apoiar em palanque como o de Neto, na Bahia.

Kassab vinha defendendo Tarcísio de Freitas (Republicanos) como sucessor de Bolsonaro, mas o anúncio de Flávio trouxe a possibilidade de candidatura própria pelo PSD. Mesmo assim, o cenário pode mudar até as candidaturas consolidadas.

Caso haja flexibilização até lá, pode surgir uma negociação para indicar um vice na chapa ou, se necessário, o PSD avaliar a retirada da disputa, dada a aliança de Kassab com o governador paulista. Flávio Bolsonaro reagiu com otimismo.

A expectativa interna no PSD é de que o trio altere o equilíbrio do centro político em relação a Lula, abrindo uma alternativa de centro-direita capaz de influenciar o segundo turno, caso haja necessidade de alianças regionais.

No PT, a leitura é de que o apoio lulista dentro do PSD tende a diminuir com Caiado, Ratinho Júnior e Leite liderando as tratativas, dada a inclinação antipetista dos três. A estratégia envolve negociações regionais caso a caso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais