- O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), afirmou que o partido não deve realizar prévias para a escolha do candidato à Presidência neste ano.
- A declaração surge um dia após a filiação de Ronaldo Caiado ao PSD, o que deixa três nomes no tabuleiro: Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite.
- Ratinho Júnior disse que o candidato com maior capacidade de aglutinar quadros deve ser apoiado por todos, de forma tranquila.
- Sobre Tarcísio de Freitas, o governador paulista aparece como a opção de direita mais viável, mas tende a disputar a reeleição em São Paulo; ele foi associado ao apoio de Jair Bolsonaro.
- O governador criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT, defendendo uma multiplicidade de candidaturas de direita para debater o país.
O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), afirmou nesta quarta-feira, 28, que o PSD não deve realizar prévias para escolher o candidato à Presidência neste ano. A declaração acontece após Ronaldo Caiado anunciar filiação ao PSD, ampliando para três nomes no tabuleiro: Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul.
Ratinho Júnior disse que o processo deve ser simples, com aquele que tiver maior capacidade de liderar e aglutinar nomes recebendo apoio. A avaliação aponta para uma escolha que facilite o recolhimento de quadros e a unidade interna.
O papel de Tarcísio
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, aparece como a opção considerada mais viável pela direção do PSD, segundo Ratinho Júnior. O parlamentar é visto como liderança de direita mais viável, mas ainda com carreira jovem, marcada pela ligação com Jair Bolsonaro.
Para o governador paranaense, Tarcísio seria um nome competitivo, mas enfrenta o desafio de conciliar a reeleição em São Paulo com uma candidatura federal. Ele aponta que a decisão envolve responsabilidade de liderar o processo e coordenar alianças.
Critérios sobre Lula e o espectro político
Ratinho Júnior criticou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, alegando que o PT entregou menos do que prometeu. Segundo ele, o discurso inicial de 2003 contrastou com resultados ao longo dos anos, destacando a propaganda sobre o governo versus entregas.
O governador defendeu uma diversidade de candidaturas de direita para ampliar o debate político. Questionado sobre Flávio Bolsonaro, ele reforçou que a população não pode ter apenas duas opções de voto, destacando a hipótese de candidaturas de diferentes siglas.
Entre na conversa da comunidade