- O presidente Donald Trump afirmou que vai “de-escalar um pouco” a ofensiva de imigração em Minnesota, mesmo com as operações de Raid continuando sem pausa.
- As ações federais de imigração, coordenadas pela Imigração e Alfândega (ICE) e pela patrulha de fronteira, seguiram ocorrendo, incluindo uma entrada potencial no consulado do Equador em Minneapolis sem mandado.
- A morte de Alex Pretti, ocorrida no fim de semana, continua levantando críticas à gestão, enquanto Trump participa de comício no Iowa para falar sobre a economia.
- Protestos planejados, incluindo a terceira edição do movimento No Kings para 28 de março, ganham força como resposta às ações federais e aos ataques percepcionados contra a democracia.
- Um relatório preliminar do controle interno da Alfândega e Proteção de Fronteiras aponta que Pretti foi atingido por dois agentes da patrulha de fronteira; há embates sobre investigações independentes e sobre impeachment de Kristi Noem.
Donald Trump afirmou que pretendia “de-escalar um pouco” a operação de imigração em Minnesota, sem detalhar mudanças, enquanto as ações continuam. A mensagem chega após dois tiroteios provocarem indignação e pressões para ajustar a estratégia de fiscalização.
O foco das ações segue com as operações de ICE e da patrulha de fronteira, que mantêm os mandados de busca no estado. Nesta terça-feira houve um incidente em que agentes tentaram entrar no consulado do Equador, em Minneapolis, sem autorização.
O caso que desencadeou a turbulência envolve a morte de Alex Pretti, enfermeiro ICU, ocorrida no fim de semana durante uma abordagem de agentes federais. A gestão de segurança interna enfrenta críticas por informações contestadas após o ocorrido.
O desgaste político intensifica-se com críticas ao governo e à gestão da viagem de Trump por Iowa. Provas de inconsistências nas declarações oficiais alimentam o debate sobre a narrativa oficial do episódio.
Reação pública e mobilizações
Diversos grupos organizam a terceira edição do movimento No Kings para 28 de março, em protesto contra as políticas de imigração e o poder federal. Estimativas apontam participação expressiva, potencialmente alcançando milhões.
Nas lideranças democratas, há apoio à abertura de um processo de impeachment contra a governadora de Minnesota, embora haja questionamentos sobre a trajetória jurídica. Em Washington, o debate envolve supervisão da atuação federal em casos locais.
A gestão de Pretti também gerou controvérsia dentro da Casa Branca. Parlamentares questionam a veracidade das informações divulgadas por assessores, inclusive sobre o uso de linguagem que chamou o morto de agressor.
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