- Carlos Bolsonaro, ex-vereador do Rio e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina (PL), revelou ter ido à casa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nesta quarta-feira (28), em publicação no X.
- A reunião, segundo o político, teve autorização de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), e contou com a participação do ex-ministro Adolfo Sachsida.
- Ao fim, Carlos agradeceu a Tarcísio pela consideração, atenção e amizade.
- Tarcísio gerou polêmica ao cancelar a visita a Bolsonaro; o deslocamento chegou a receber autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes, que alegou conflito de agenda e aponta para uma visita que deve ocorrer nesta quinta-feira (29).
- O governador paulista tem sido citado como possível candidato à Presidência; Bolsonaro indicou Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para substituí-lo, enquanto o ex-presidente cumpre pena e está inelegível até 2060.
Carlos Bolsonaro (PL) informou nesta quarta-feira (28) em X que foi à casa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A reunião teria sido autorizada pelo pai dele, Jair Bolsonaro (PL), de acordo com a publicação. A articulação passou pelo ex-ministro Adolfo Sachsida. O ex-vereador agradeceu a Tarcísio pela consideração e pela amizade.
A notícia sobre o encontro surge no momento em que Carlos busca espaço político para 2026 e mantém a relação com apoiadores do grupo bolsonarista. A postagem não detalha conteúdos da conversa nem resultados imediatos.
Tarcísio gerou polêmica ao cancelar uma visita a Bolsonaro, que havia sido autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF). O governador alegou conflito de agenda e informou que a visita deve ocorrer nesta quinta (29).
O governador paulista vem sendo apontado como potencial candidato à Presidência. Bolsonaro escolheu o filho Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para substituí-lo na corrida ao Palácio do Planalto, em caso de eventual afastamento. A inelegibilidade de Bolsonaro passa até 2060, conforme decisão judicial.
No cenário político, Tarcísio aparece ainda em pesquisas de intenção de voto para a Presidência. O centrão mantém apoio à agenda de reeleição do governador. O PT, por sua vez, tem sondado alternativas, entre elas Simone Tebet, que pode migrar para o PSB conforme articulações internas.
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