- Nos dias 30 e 31 de janeiro haverá greve e protestos contra o ICE em várias cidades dos EUA, organizados por grupos comunitários.
- A mobilização ocorre após mortes associadas ao ICE neste ano e exige a saída permanente do ICE e do CBP de cidades americanas.
- Na sexta, estudantes da Universidade de Minnesota lideram um “shutdown nacional” com paralisação de trabalho, escola e compras para empurrar o financiamento do ICE.
- No sábado, a ação nacional incluirá protestos em instalações de detenção do ICE, escritórios da agência e aeroportos, além de pressão a congressistas que apoiam o ICE.
- Paralelamente, campanhas como “No Housing for ICE” e “#DontServeICE” visam hotéis, estabelecimentos comerciais e cadeias de empresas ligadas ao ICE, buscando boicotes e suspensão de serviços.
A mobilização envolve greve e centenas de protestos programados para ocorrer nos dias 30 e 31 de janeiro, contra as atividades do Immigration and Customs Enforcement (ICE) nos Estados Unidos. Organizações estudantis e uma coalizão nacional coordenam ações em várias cidades, com foco na retirada do ICE e do CBP das comunidades.
Como ponto de partida, estudantes da University of Minnesota lideram um dia de “shutdown nacional”, com greve de trabalho, paralisação de escolas e boicote a compras para pressionar o fim do financiamento ao ICE. No sábado, a organização 50501 intensifica com uma jornada nacional de ações contra o ICE em todos os estados e no Distrito de Columbia.
Linha do tempo e locais
As manifestações de sexta-feira incluem walkouts promovidos por grupos estudantis da universidade, entre eles Somali Student Association, Black Student Union e Graduate Labor Union, que pedem mobilização estudantil em todo o país. Em seguida, no fim de semana, protestos serão realizados em instalações do ICE, escritórios federais, aeroportos que transportam detidos e apoiados por veículos que atuam para o ICE.
Estratégias e impactos esperados
A agenda de 50501 também prevê vigílias em locais de detenção e ações contra propostas de apoio institucional ao ICE, como cooperação com autoridades locais. Os organizadores planejam pressionar legisladores a cortar fundos ao DHS e a interromper a cooperação com o ICE, bem como apoiar candidatos a cargos contra aliados da agência.
Reações políticas e contexto
Entre as táticas incluem campanhas para influenciar o setor privado, como não-alojamento de agentes do ICE em hotéis e boicotes a empresas associadas a operações da agência. A mobilização ocorre em meio a debates nacionais sobre a atuação federal em fronteiras, detenções e políticas de imigração.
Perspectivas regionais
No Florida, vigílias continuam em locais de detenção e em ações contra uma resolução escolar que incentiva a cooperação com o ICE. A coordenação nacional afirma ter infraestrutura para manter campanhas de pressão até que as demandas sejam atendidas, com participação estimada de diversas comunidades.
Observação final
As ações integram uma campanha contínua, com a expectativa de intensificar a pressão política sobre o DHS e o ICE, buscando mudanças estruturais na política de imigração dos EUA. A mobilização destaca a atuação de grupos locais e nacionais em defesa de reformas e maior supervisão de atividades federais.
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