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Kallas afirma que UE pretende listar Guarda Revolucionária do Irã como terrorista

UE deve listar o Corpo dos Guardiões da Revolução Islâmica entre organizações terroristas, afirma Kaja Kallas antes do conselho de ministros

European Union High Representative for Foreign Affairs and Security Policy and European Commission Vice-President Kaja Kallas addresses the European Parliament plenary on territorial integrity and sovereignty of Greenland and the Kingdom of Denmark, in Strasbourg, France January 20, 2026. REUTERS/Yves Herman/File Photo
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  • A chefe da política externa da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que é provável que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã seja incluída na lista de organizações terroristas.
  • A declaração aconteceu em Bruxelas nesta sexta-feira, antes do conselho de ministros de Relações Exteriores da UE.
  • Kallas disse que a UE está impondo novas sanções contra o Irã e que pretende incluir a Guarda Revolucionária Islâmica nessa lista.
  • A informação foi publicada pela Reuters, com repórteres Lili Bayer e Benoit Van Overstraeten; edição de Inti Landauro.

A União Europeia deve incluir as Forças Armadas Revolucionárias Islâmicas do Irã (IRGC) na lista de organizações terroristas, segundo a chefe da política externa da UE, Kaja Kallas. A declaração foi feita em Bruxelas, antes de o bloco realizar o conselho de ministros de Relações Exteriores.

Kallas sinalizou ainda que novas sanções contra o Irã estão em curso e que a inclusão da IRGC na lista de entidades terroristas é uma expectativa do bloco. A informação foi veiculada pela Reuters, com base no pronunciamento feito nesta sexta-feira.

Contexto

A potencial inclusão ocorre em meio a medidas diplomáticas para endurecer a postura europeia frente ao Irã. O anúncio é parte de uma rodada de consultas entre os ministros antes de decisões formais que devem ser aprovadas pelo conjunto dos Estados-membros.

O passo, se confirmado, ampliaria as condições para ações legais e restritivas contra o IRGC, com impactos potenciais em setores como financeiro e de exportação. A tramitação final depende da aprovação unânime dos países da UE.

Detalhes adicionais

A linguagem oficial enfatiza o objetivo de pressionar o Irã por meio de medidas de política externa coordenadas, mantendo foco em segurança regional. A Reuters registrou o posicionamento de Kallas como parte de cobertura sobre o avanço de sanções europeias.

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