- O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), pediu audiência com o ministro Dias Toffoli para solicitar acesso aos dados da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
- No dia 12, Toffoli determinou que as informações fossem retiradas da CPMI e armazenadas na Presidência do Senado, deixando os dados inacessíveis aos membros do colegiado.
- Viana afirmou ter feito o pedido formal de audiência para tratar da devolução do material retirado da CPMI.
- Ele informou que vai se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para pedir a prorrogação dos trabalhos da CPMI na próxima segunda-feira.
- O senador destacou que Vorcaro vem sendo blindado de forma “surpreendente e estranha” e pediu que o banqueiro, acusado de um desfalque bilionário, preste esclarecimentos à população.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), pediu nesta sexta-feira (30) audiência com o ministro Dias Toffoli, do STF, para solicitar acesso aos dados da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A tomada de decisão envolve o material utilizado pela comissão e o seu atual status de sigilo.
Na prática, Toffoli determinou no dia 12 que todas as informações fossem retiradas da CPMI do INSS e armazenadas na Presidência do Senado, o que impede que os integrantes da comissão acessem ou utilizem os dados.
Viana informou que pediu formalmente a audiência com Toffoli para tratar da devolução do material retirado. Também afirmou que haverá reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para pedir a prorrogação dos trabalhos da CPMI na segunda-feira (2).
O senador destacou, sem reconhecer mérito, que órfãos, viúvas e aposentados merecem respeito, transparência e responsabilização do Congresso. A fala enfatiza a busca por clareza sobre o andamento dos trabalhos da comissão.
Na quinta-feira (29), Viana afirmou que Vorcaro está sendo blindado de forma “surpreendente e estranha”, sugerindo que há procedimentos que dificultam o seu esclarecimento público. Ele pediu que o depoimento seja obrigatório.
Vorcaro foi convocado para depor à CPMI do INSS. Questionado sobre a possibilidade de habeas corpus para evitar a oitiva, Viana pediu ao relator que o caso seja efetivamente esclarecido pela sua convocação.
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