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Defesa de Bolsonaro relata piora de saúde e exige laudo da PF para domiciliar

Defesa aponta piora da saúde de Bolsonaro e cobra laudo da Polícia Federal para fundamentar a prisão domiciliar com urgência

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, após receber a visita da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro
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  • A defesa de Jair Bolsonaro informou piora no estado de saúde do ex-presidente, citando episódios eméticos (vômito) e crises de soluço mais intensas.
  • Os advogados cobram da Polícia Federal o laudo da perícia realizada para avaliar a necessidade de prisão domiciliar.
  • Bolsonaro está detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (Papudinha) desde 15 de janeiro, após determinação de Moraes.
  • No mesmo dia, Moraes determinou nova avaliação por uma junta médica da Polícia Federal, com prazo de dez dias para apresentar o laudo no processo.
  • A defesa afirma que, no dia 20, a PF realizou a perícia com três médicos, mas o laudo ainda não foi juntado aos autos, solicitando intimação da PF para entrega com máxima urgência.

A defesa de Jair Bolsonaro relatou piora no estado de saúde do ex-presidente, segundo petição apresentada no processo de execução penal. Os advogados afirmam que ocorreram episódios de vômito e crises de soluço acentuadas nas últimas semanas.

A peça processual descreve que a defesa requer a apresentação do laudo da perícia realizada pela Polícia Federal para avaliar a necessidade de prisão domiciliar. O objetivo é que o documento seja juntado aos autos com urgência.

Bolsonaro permanece detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, desde 15 de janeiro. Na mesma data, o ministro Alexandre de Moraes determinou nova avaliação médica pela PF com prazo de 10 dias para o laudo.

No dia 20, a defesa afirma que a Diretoria Técnico-Científica da PF realizou a perícia, com três médicos presentes. Alega-se que, passados mais de 10 dias, o laudo ainda não foi apresentado nos autos.

A defesa solicita que Moraes intime a Superintendência da PF para encaminhar o laudo com máxima urgência. O objetivo é subsidiar a decisão sobre possível prisão domiciliar do ex-presidente.

A relatoria do caso permanece sob responsabilidade de Moraes. O documento aponta atraso na juntada do laudo e ressalta a necessidade de avaliação pericial para pautar a situação de Bolsonaro durante o processo.

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