- Vereador Adilson Amadeu, do União Brasil, voltou à Câmara Municipal de São Paulo nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, após licença de trinta dias.
- Ele havia sido condenado em 2022 por comentários considerados antissemitas durante uma sessão, com inelegibilidade de oito anos.
- A condenação foi confirmada em segunda instância, tornando-o inelegível para cargos públicos e candidaturas durante esse período.
- Durante a licença, o suplente dele ocupou a cadeira; com o retorno, Amadeu reassumiu as funções.
- A Câmara informou que o retorno ocorreu dentro da lei e que ele cumpriu as exigências legais para retomar o mandato.
O vereador Adilson Amadeu (União Brasil) retornou nesta quarta-feira (4) à Câmara Municipal de São Paulo após licença de 30 dias, decorrente de condenação por antissemitismo que o tornou inelegível por oito anos. O retorno ocorreu dentro do previsto pela legislação eleitoral.
Em 2022, Amadeu foi condenado por fazer comentários considerados antissemitas durante uma sessão da Câmara. A sentença foi confirmada em segunda instância, mantendo o impedimento de participar de pleitos e de ocupar cargos públicos por oito anos.
A Câmara confirmou que o retorno respeitou a lei e autorizou a reassunção da função após o período de licença. Enquanto esteve afastado, um suplente assumiu o mandato temporariamente.
Contexto e repercussão
A condenação gerou debates na cidade, com setores defendendo a punição e outros questionando a decisão judicial. O vereador reassume as atividades legislativas e poderá participar de votações e comissões.
Amadeu volta a atuar na Casa, mantendo histórico de posições polêmicas e atuação debatida entre aliados e adversários. A instituição segue observando o cumprimento de normas legais pelos seus membros.
Entre na conversa da comunidade