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Cláudio Castro deve ser ouvido na próxima quarta após faltar à CPI

Governador Cláudio Castro é chamado para depor na CPI do Crime Organizado na próxima quarta, após ausência que provocou o adiamento

Governador do RJ Cláudio Castro durante coletiva no Senado
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  • A CPI do Crime Organizado deve ouvir na próxima quarta-feira o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o secretário estadual de Segurança Pública, Victor dos Santos.
  • A sessão desta terça-feira foi cancelada por ausências de Castro e do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha; a presenca não é obrigatória, segundo o regimento.
  • Castro alegou compromisso internacional de agenda oficial para justificar a ausência; Ibaneis indicou Sandro Avelar, secretário de Segurança do DF, para representá-lo, mas a convocação dele ficou obrigatória.
  • O convite a governadores e secretários se baseia em requerimento do relator Alessandro Vieira, que defende a colaboração dos gestores da segurança pública dos estados.
  • A CPI, instalada em novembro, tem foco na atuação de milícias e facções criminosas; oposição vê o colegiado como ferramenta para pressionar o governo federal.

A CPI do Crime Organizado deve ouvir, na próxima quarta-feira, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o secretário estadual de Segurança Pública, Victor dos Santos. A sessão foi cancelada nesta terça devido às ausências de Castro e Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal. O comparecimento não é obrigatório para convidados.

Castro explicou compromisso internacional de agenda oficial para justificar a ausência. Ibaneis indicou Sandro Avelar, secretário de Segurança do DF, para representá-lo. O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), fixou a convocação de Ibaneis como obrigatória.

O convite a governadores e secretários decorre de requerimento do relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O documento sustenta que é indispensável o acesso a informações de segurança pública dos estados, com dados de inteligência e políticas de enfrentamento.

Convocações propostas pelo relator

Vieira também protocolou pedidos para ouvir Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes (STF). Alega-se necessidade de esclarecer uso de serviços jurídicos em operações de lavagem de dinheiro e blindagem de recursos.

Outro conjunto de requerimentos mira os irmãos de Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro. O objetivo é analisar possíveis ligações entre transações imobiliárias e investigações de segurança pública e do sistema financeiro.

Além disso, o pedido inclui o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-diretor do Banco Master, para depor na comissão. A crítica central é a relação entre decisões jurídicas, vínculos familiares e atividades do crime organizado.

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