- Flávio Bolsonaro afirmou, em entrevista ao portal Visegrád, que o Judiciário brasileiro foi aparelhado por Lula por meio de indicações ao STF, citando Flávio Dino e Cristiano Zanin.
- Ele disse que Alexandre de Moraes seria “inimigo declarado” do ex-presidente Jair Bolsonaro.
- O senador afirmou que, se eleito, mudará o cenário a partir de 2027 e que Lula não continuará no poder.
- Na política externa, disse que o Brasil manterá relação mais próxima com os Estados Unidos e com países que compartilham valores democráticos e judaico-cristãos.
- Defende endurecimento do crime organizado, critica o voto de detentos e aposta em cooperação com Israel e EUA para combater terrorismo, mencionando a região da Tríplice Fronteira.
Em entrevista ao portal europeu Visegrád, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o Judiciário brasileiro está aparelhado pelo presidente Lula por meio de indicações ao STF. Segundo ele, nomes ligados ao governo integraram a corte e a defesa pessoal de Lula.
A acusação envolve o ministro Flávio Dino, ex-juiz e ex-ministro da Justiça, e Cristiano Zanin, advogado pessoal de Lula. Flávio Bolsonaro também citou Alexandre de Moraes como adversário declarado do ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador afirmou que a situação seria revertida a partir de 2027.
Na entrevista, Flávio Bolsonaro também tratou da política externa, defendendo relação mais próxima com os EUA e com países que defendem valores democráticos. O objetivo seria uma atuação pragmática alinhada a pautas judaico-cristãs.
Sobre segurança pública, o senador defendeu medidas mais duras contra o crime organizado, criticando a atuação de detentos com direito a voto e afirmando que as cadeias teriam ficado mais tranquilas após a eleição de Lula. A proposta é ampliar presídios de segurança máxima.
Outro eixo da conversa foi a relação com Israel. Flávio Bolsonaro defendeu cooperação com Israel e os EUA no combate ao terrorismo, citando a necessidade de parcerias para enfrentar atividades criminosas na região da Tríplice Fronteira, entre Brasil, Argentina e Paraguai.
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