- Lula se reuniu com o primeiro-ministro russo Mikhail Mishustin no Palácio do Itamaraty para tratar de temas da agenda bilateral e global.
- O encontro ocorreu após Mishustin participar da 8ª reunião da Comissão Brasileiro-Russa de Alto Nível de Cooperação, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin.
- Os dois concordaram que o comércio bilateral tem potencial ainda não explorado e que as cifras atuais não refletem o tamanho das economias; Lula pediu mecanismos de acompanhamento para acelerar resultados.
- Também houve debate sobre a agenda internacional, com Lula destacando a urgência de fortalecer o multilateralismo ante críticas a instituições multilaterais.
- A agência russa Tass destacou o Brasil como principal parceiro comercial de Moscou na América Latina e como fornecedor importante de produtos agrícolas, mencionando interesse de cidades russas em ampliar o diálogo com estados brasileiros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quinta-feira 5 o primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Mishustin, para encontro no Palácio do Itamaraty. A reunião tratou de agenda bilateral e temas globais, com foco em cooperação econômica e internacional.
Mishustin participou, antes do encontro, da 8ª reunião da Comissão Brasileiro-Russa de Alto Nível de Cooperação, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin. O objetivo foi fortalecer as bases da parceria entre Brasil e Rússia.
Os dois líderes concordaram em explorar o potencial do comércio bilateral, que, segundo eles, ainda não reflete o tamanho das duas economias. Lula defendeu manter um mecanismo de acompanhamento para acelerar resultados e benefícios.
Na agenda internacional, Lula enfatizou a necessidade de fortalecer o multilateralismo, diante de sinais de questionamento a instituições internacionais. A live de Moscou reforça o interesse em ampliar diálogo com estados brasileiros e ampliar cooperações regionais.
A agência russa Tass apontou que o Brasil é o principal parceiro comercial da Rússia na América Latina e um importante fornecedor de produtos agrícolas. Também citou interesse de administrações de Moscou e São Petersburgo em ampliar o diálogo com estados brasileiros.
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