- O presidente Lula afirmou que o Brasil participará do Conselho de Paz criado por Donald Trump apenas com a presença de palestinos no grupo.
- Lula disse que, sem os palestinos, a comissão não é de paz.
- O presidente criticou o projeto de reconstrução da Faixa de Gaza, classificando-o como “resort”.
- Questionou quem será responsável por reconstruir casas, hospitais, padarias e bares na região.
- A declaração inclui o apelo por inclusão de palestinos no conselho e críticas ao plano de reconstrução.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que o Brasil participará do Conselho de Paz, lançado por Donald Trump, apenas se houver a presença de representantes palestinos no grupo. A declaração foi feita durante o contexto de entrevistas e observações públicas sobre o tema.
Lula ressaltou que, na visão dele, a ausência de interlocutores palestinos inviabilizaria o objetivo de uma comissão de paz eficaz. A declaração marca uma condição explícita para participação brasileira no novo espaço diplomático.
O chefe do Executivo também criticou o plano de reconstrução da Faixa de Gaza, classificando o projeto como inadequado e comparando-o a um resort. Questionou quem ficaria responsável pela reconstrução de moradias, hospitais, padarias e outros ativos destruídos.
Segundo o presidente, a participação brasileira no Conselho de Paz depende da inclusão dos palestinos, o que ele entende como essencial para a legitimidade e funcionamento do mecanismo. O tema agrava o debate sobre o papel de atores internacionais na região e a viabilidade de propostas de paz.
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