- ACM Neto critica a ideia do PT de lançar uma chapa pura ao Senado na Bahia, com Rui Costa e Jaques Wagner disputando as duas vagas.
- O ex-prefeito afirma que o governo estaria traindo o senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que teria direito à reeleição na chapa governista, e acusa a tentativa de “chapa da panelinha”.
- Coronel pode deixar o PSD, após orientação para buscar outra sigla; o senador Otto Alencar disse que sua permanência é “insustentável”, e Coronel ainda não decidiu o próximo destino.
- Entre os nomes citados para o Senado estão João Roma (PL), Márcio Marinho (Republicanos) e Aroldo Cedraz (sem partido); o governo da Bahia tem ACM Neto como possível adversário do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
- O PSD, no momento, tem três ministros: Carlos Fávaro, Alexandre Silveira e André de Paula.
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, criticou a ideia do PT de lançar uma chapa pura para o Senado na Bahia. A proposta incluiria o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner (PT-BA). Neto afirmou que a estratégia do PT prejudica o senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que teria direito a concorrer à reeleição na chapa governista após 10 anos de serviços à Bahia.
Durante evento no carnaval de Salvador, ACM Neto disse que a decisão da direção do PT contrariaria Coronel, que teria sido alçado à frente de cargos relevantes no estado. O ex-prefeito acusou o PT de privilegiar uma “chapa puro-sangue” em detrimento de uma candidatura que já vinha ganhando apoio no PSD.
Disputa pelo Senado na Bahia
Neto também citou a gestão de Coronel, sugerindo que a decisão do PT representa uma “panelinha” política e citou impactos para o PSD. A fala envolve ainda a avaliação de alianças estaduais e a percepção pública sobre a composição do futuro palanque.
Ângelo Coronel pode deixar o PSD, segundo relatos, após ser informado de que poderia perder espaço caso permaneça no partido. Coronel teria sido orientado a buscar outra sigla para manter chances de candidatura, conforme relato de membros do PSD. Ainda não há definição sobre o próximo destino do senador.
A corrida ao Senado na Bahia reúne ainda nomes como João Roma (PL), Márcio Marinho (Republicanos) e Aroldo Cedraz (sem partido). Do lado governista, o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) é apontado como adversário de ACM Neto. Outros nomes em discussão incluem José Carlos Aleluia (Novo) e Kleber Rosa (PSOL).
No contexto do governo estadual, o PSD mantém três ministros: Carlos Fávaro (Agricultura), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e André de Paula (Pesca e Aquicultura). A configuração das alianças no estado segue sob monitoramento, com impactos na equação política local.
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