- Gilberto Kassab descartou a candidatura de Tarcísio de Freitas à Presidência, chamando a ideia de “página virada”, em entrevista ao Canal Livre da Band que vai ao ar neste domingo.
- Kassab afirmou que um governador bem avaliado costuma ser presidenciável, mas reiterou que a página está virada e que Tarcísio não pretende concorrer.
- Mesmo diante da dianteira de Flávio Bolsonaro como candidato da direita, o PSD pretende lançar seu próprio nome ao Planalto, com três pré-candidatos: Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite.
- O PSD tem 887 prefeitos e seis dos 27 governadores, incluindo Caiado, Ratinho Júnior, Eduardo Leite, Raquel Lyra, Marcos Rocha e Fábio Mitidieri.
- O partido mantém três ministérios no governo Lula: Agricultura e Pecuária (Carlos Fávaro), Pesca e Aquicultura (André de Paula) e Minas e Energia (Alexandre Silveira).
O secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, descartou a candidatura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) à Presidência. A avaliação foi divulgada como uma “página virada” em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, que vai ao ar neste domingo (8).
Kassab afirmou que um governador bem avaliado costuma ser presidenciável, mas reforçou que, neste caso, a página está virada. A fala ocorreu em meio à consolidação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato da direita, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Tarcísio permanece sinalizando a disputa a um segundo mandato como governador.
Apesar da possível aproximação com o campo da direita, o PSD planeja apresentar um candidato ao Planalto. A legenda já tem três pré-candidatos em avaliação: Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
Movimento interno do PSD e cenários
A filiação de Caiado, que deixou o União Brasil para concorrer, foi descrita como compatível com a decisão de caminhar com Tarcísio. O PSD indica apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, caso haja segundo turno entre forças da direita.
O partido destaca atuação local expressiva, com 887 prefeituras, além de seis dos 27 governadores. Entre os demais nomes da sigla, estão Raquel Lyra (Pernambuco), Marcos Rocha (Rondônia) e Fábio Mitidieri (Sergipe).
Paralelamente, o PSD mantém três ministérios no governo Lula (PT): Agricultura e Pecuária, Pesca e Aquicultura e Minas e Energia, demonstrando persistência de relação institucional com o atual governo federal.
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