- Anas Sarwar, líder do Labour na Escócia, pediu a renúncia de Keir Starmer após o escândalo Mandelson-Epstein.
- Sarwar disse que a distração precisa acabar e que a liderança em Downing Street precisa mudar.
- Mandelson foi nomeado embaixador nos Estados Unidos; documentos mostram vínculos dele com Jeffrey Epstein.
- Nos últimos dias, o chefe de gabinete de Starmer e o chefe de comunicações deixaram o cargo.
- Pesquisas apontam queda na popularidade de Starmer, cerca de dezoito meses após a vitória nas eleições, com eleições regionais na Escócia em maio.
Keir Starmer enfrenta pedido de demissão feito por Anas Sarwar, líder do Partido Trabalhista da Escócia, em Londres nesta segunda-feira. A cobrança ocorre após o escândalo Mandelson-Epstein, que envolve relações entre Peter Mandelson e Jeffrey Epstein.
Sarwar afirmou que a distracção precisa acabar e que a liderança em Downing Street deve mudar. O grupo de deputados trabalhistas da Escócia planeja enfrentar as eleições parlamentares em maio, vistas como um marco para a liderança de Starmer.
Nas últimas 24 horas, o chefe de gabinete e o diretor de comunicações de Starmer teriam pedido demissão, segundo relatos. A dupla saída é descrita como tentativa de permitir que o premier feche o episódio Mandelson.
Desdobramentos recentes
A controvérsia intensifica a pressão sobre Starmer, cuja popularidade caiu desde a vitória eleitoral avassaladora há dezoito meses. O episódio levanta dúvidas sobre o julgamento do chefe de governo e sua equipe de comunicação.
A ofensiva de Sarwar ocorre em meio a uma conjuntura política tensa no Reino Unido, com as eleições da Escócia aproximando-se e o impacto potencial nos próximos meses para o Partido Trabalhista.
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