- O presidente da Câmara, Hugo Motta, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Camento (CCJ) a Proposta de Emenda Constitucional que pode extinguir a escala de trabalho 6×1.
- A CCJ analisa a admissibilidade da PEC; se aprovada, o tema segue para um grupo específico de estudo e deliberação.
- Motta afirmou que o assunto é antigo da classe trabalhadora e que a mudança pode impactar a economia, citando números do IBGE que apontam baixo desemprego.
- Em entrevista a uma rádio da Paraíba, ele comparou a criação da carteira de trabalho a projeções anteriores consideradas inadequadas.
- O governo classifica o fim da escala 6×1 como uma de suas maiores prioridades no Congresso neste ano eleitoral, com o presidente Lula defendendo que o tempo é precioso e que não é justo trabalhar sem descanso, mantendo salários.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidades (CCJ) uma Proposta de Emenda Constitucional que pode extinguir a escala de trabalho 6×1. A CCJ analisa a admissibilidade da PEC e, se aprovada, o texto segue para um grupo dedicado ao tema.
Motta destacou, em divulgação pela Câmara, que a pauta é antiga entre trabalhadores e pode impactar a economia, defendendo uma proposta fundada na justiça social. O parlamentar paraibano lembra que a criação da carteira de trabalho ocorreu em contexto de projeções diferentes das atuais.
A PEC integra a agenda prioritária do governo federal para o Congresso neste ano eleitoral, com foco no fim da escala 6×1 sem redução salarial. O governo tem reiterado que a mudança pode equilibrar o tempo de trabalho e descanso, segundo mensagens oficiais da Presidência.
Trâmite e próximos passos
O andamento ocorre com a oitiva de setores diversos para subsidiar a elaboração da proposta, mantendo o foco em equilíbrio e responsabilidade. A expectativa é de que a CCJ decida sobre a admissibilidade nos próximos dias.
A mudança envolve o cenário trabalhista brasileiro e pode alterar relações entre trabalhadores e empregadores. O movimento é visto como uma tentativa de modernizar a legislação, alinhando-se a metas de produtividade e bem-estar profissional.
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