- Motta (Republicanos-PB) afirmou que deve se reunir com Lula e Guilherme Boulos para discutir a proposta sobre a escala 6×1, na quinta-feira 12.
- A reunião faz parte do esforço para discutir o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, pauta considerada prioritária pelo governo.
- Mais cedo, Motta destravou a tramitação de duas PECs sobre o tema, enviando-as para a Comissão de Constituição e Justiça analisar sua constitucionalidade.
- As propostas foram apresentadas pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
- Se aprovadas pela CCJ, as PECs seguem para comissão especial e, depois, votação em plenário.
Hugo Motta, presidente da Câmara, afirmou a jornalistas que pretende se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, para tratar da proposta sobre a jornada de seis dias de trabalho por um de descanso, conhecida como escala 6×1. A reunião deve ocorrer ainda nesta semana, segundo o parlamentar.
O líder da Câmara também informou que já enviou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) duas propostas que tratam do tema. As iniciativas foram apresentadas pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Caberá à CCJ analisar a constitucionalidade das PECs.
A partir da análise na CCJ, as propostas deverão seguir para uma comissão especial e, posteriormente, para votação em plenário, caso recebam parecer favorável. Motta ressaltou que a pauta é considerada de interesse do país e que o Congresso precisa dialogar com os demais poderes sobre a tramitação.
Durante as conversas, Motta mencionou ter solicitado uma reunião conjunta com Lula, Boulos, o ministro do Trabalho e a ministra das Relações Institucionais para discutir o tema ainda nesta semana. O objetivo é alinhar a agenda política e logística para os próximos passos legislativos.
A decisão de destravar as PECs ocorreu de forma independente dos desdobramentos da agenda do Executivo, mas com a confirmação de que o tema está entre as prioridades do governo. A tramitação ainda dependerá de pareceres legais e de consenso entre as comissões envolvidas.
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