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Congressista republicano afirma que arquivos de Epstein incriminam mais seis homens

Massie afirma haver seis nomes em arquivos de Epstein que podem estar incriminados, com chance de revelação sob privilégio do Congresso

Thomas Massie, a House representative, speaks to reporters outside the Department of Justice offices in Washington DC on 9 February 2026 after viewing an unredacted version of the Epstein files.
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  • O deputado republicano Thomas Massie afirmou ter identidades de seis homens “provavelmente incriminados” pelos arquivos de Jeffrey Epstein após ver uma versão não redigida dos documentos no Departamento de Justiça.
  • Massie indicou que pode tornar os nomes públicos sob privilégio do congresso caso o DoJ continue a manter as identidades em cópias públicas com redações.
  • Os seis incluem pelo menos um cidadão americano, alguém “alto posto em governo estrangeiro”, um estrangeiro e “três ou quatro” cujas nacionalidades não estavam claras.
  • Massie disse ter visto que havia redactions desnecessárias nos arquivos, ressaltando que nomes de vítimas não podem ser redigidos.
  • O caso Epstein envolve acusações de tráfico sexual de menores; Maxwell, cúmplice condenada, recusou-se a testemunhar diante da comissão de supervisão da Câmara.

Thomas Massie, deputado republicano pelo Kentucky, afirmou ter identificado pelo menos seis nomes potencialmente incriminados entre os arquivos de Jeffrey Epstein. Ele viu a versão desprotegida dos documentos no DoJ, em Washington, nesta segunda-feira.

Massie sugeriu que poderia tornar os nomes públicos sob privilégio parlamentar, caso o DoJ continue a redigir as identidades. Entre os seis, haveria pelo menos um cidadão americano, um indivíduo de alto escalão em governo estrangeiro, um estrangeiro e outros dois a três cujas nacionalidades não são claras.

O congressista, principal financiador da Epstein Files Transparency Act, cobra transparência na divulgação. A lei obrigou a pasta a publicar grande parte dos documentos relacionados às atividades de Epstein.

Desdobramentos e réus conexos

Duas horas de apreciação dos papéis ocorreram com a presença de Ro Khanna, congressista democrata pela Califórnia, coautor da lei. Eles teriam buscado indicar novas identificações ainda não reveladas.

Democratas que viram os papéis na segunda-feira criticaram o DoJ por supostas redacções excessivas. O grupo aponta falhas na implementação da lei, que permite exceções apenas para proteger vítimas.

Jamie Raskin, representante democrata, afirmou que há redacções desnecessárias e que nomes de vítimas deveriam constar sem ocultação. Raskin integra a liderança da bancada no comitê de Justiça da Câmara.

Howard Lutnick, secretário de Comércio dos EUA, enfrenta pedidos de demissão após vínculos com Epstein surgirem nos arquivos. Correspondências de 2012 mostram planeamento de viagens à ilha privada de Epstein.

Keir Khanna, outro congressista que viu os arquivos, endossou a cobrança de responsabilização de Lutnick. Ele sugeriu mudanças políticas a raiz do escândalo, citando reverberações internacionais.

Ghislaine Maxwell, associada de Epstein, recusou depor diante do comitê da Câmara que investiga o caso. A defesa invocou o direito constitucional de não se incriminar.

Outro ângulo do dia envolve relatos sobre o impacto do caso na política britânica. Com o escândalo, duas demissões foram citadas por observadores locais, com repercussões na relação entre autoridades.

Michael Reiter, ex-chefe de polícia de Palm Beach, foi citado por veículos locais sobre uma conversa com Trump em 2006. O ex-presidente negou conhecimento direto das atividades de Maxwell e Epstein.

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