- A visita do presidente de Israel, Isaac Herzog, a Australia começou com protestos violentos em várias cidades e cerca de 27 detenidos.
- Autoridades pedem calma e afirmam que as marchas devem ser pacíficas.
- O primeiro‑ministro Anthony Albanese defende receber Herzog, destacando a resposta à violência de dezembro contra a comunidade judia.
- A Amnistía Internacional acusa a polícia de uso desproporcional da força para conter as manifestações.
- Em Melbourne, manifestantes com bandeiras palestinas protestam, com mensagens a favor da Intifada e críticas ao governo de Israel.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, chegou à Austrália no domingo, enquanto protestos violentos se desenrolavam em várias cidades. Ao menos 27 pessoas foram detidas em consequência dos confrontos entre manifestantes e policiais. Os episódios ocorreram em Sydney e Melbourne, entre outros locais, durante a visita oficial.
As autoridades pediram calma e enfatizaram a necessidade de manifestações pacíficas. O governo australiano, representado pelo primeiro-ministro Anthony Albanese, defendeu a acolhida a Herzog. A posição é recebida em meio a um ataque em Bondi Beach, em Sydney, que, segundo autoridades, teve inspiração em ações jihadistas realizadas em dezembro.
Reação das autoridades
Amnistia Internacional criticou o uso de força policial, apontando como desproporcionalidade na repressão aos protestos. Em resposta, o premier de New South Wales, Chris Minns, afirmou que a polícia atuou em uma situação insustentável e que as autoridades buscavam restabelecer a ordem com rapidez.
Nos relatos de Melbourne, centenas de pessoas expressaram apoio à causa palestina, com bandeiras e cartazes envolvendo Herzog. Testemunhas relataram vaias dirigidas ao governo de Israel, enquanto algumas manifestações mencionaram a ideia de uma possível intensificação de tensões na região.
Entre na conversa da comunidade