- To Lam, principal líder do Vietnã, planeja viajar aos Estados Unidos na próxima semana para participar da reunião inaugural do Board of Peace, iniciativa do presidente Donald Trump.
- A viagem seria a primeira aos EUA desde a confirmação de To Lam, em janeiro, como chefe do Partido Comunista do Vietnã.
- Fontes não identificadas disseram que a viagem pode incluir anúncios sobre acordos comerciais no setor de aviação.
- Vietnã e Estados Unidos seguem negociando um acordo comercial, após tarifas de 20% impostas aos produtos vietnamitas em agosto; não está claro se haverá avanço na próxima semana.
- A primeira reunião de líderes do Board of Peace deve ocorrer em Washington em 19 de fevereiro, segundo uma autoridade dos EUA.
Vietnam: To Lam vai aos EUA para primeira reunião do Board of Peace
O chefe de Estado vietnamita, To Lam, planeja viajar aos Estados Unidos na próxima semana para participar da reunião inaugural do Board of Peace, iniciativa do presidente dos EUA, Donald Trump, para tratar de conflitos globais. A informação é de duas fontes familiarizadas com o assunto e de um documento analisado pela Reuters.
Essa seria a primeira viagem de To Lam aos EUA desde sua confirmação, em janeiro, como líder do Partido Comunista do Vietnã. Fontes não identificadas afirmam que a viagem pode incluir anúncios sobre acordos comerciais na área de aviação.
Contexto econômico e diplomático
O Vietnã e os EUA discutem um acordo comercial, após Washington impor tarifas de 20% sobre bens vietnamitas em agosto. Ainda não está claro se haverá progressos na próxima semana. As negociações de comércio entraram na sexta rodada recentemente, sem anúncio de acordo.
O Ministério das Relações Exteriores do Vietnã não respondeu a solicitacões de comentário sobre a visita. O Board of Peace realizará sua primeira reunião de líderes em Washington no dia 19 de fevereiro, segundo uma autoridade dos EUA.
Informações adicionais
O Vietnã informou em 18 de janeiro ter aceitado o convite para integrar o Board of Peace como membro fundador, afirmando que a participação é um passo necessário para a implementação do Plano de Paz para a Faixa de Gaza.
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