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Deputado do PT aciona TSE para impedir adesivos pró-Flávio por ex-ministro

PT aciona o TSE para proibir Gilson Machado de distribuir adesivos pró‑Flávio; pede cessação imediata da propaganda antecipada e multa diária

Reprodução/redes sociais
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  • O deputado Lindbergh Farias, do PT do Rio de Janeiro, apresentou representação ao Tribunal Superior Eleitoral pedindo a proibição de Gilson Machado, ex-ministro do Turismo, de distribuir adesivos pró-Flávio Bolsonaro.
  • O material, divulgado nas redes sociais no fim de semana, traz a imagem de Jair Bolsonaro e a mensagem de que o Nordeste “está com Flávio”.
  • A ação também solicita a cessação imediata da propaganda eleitoral antecipada e multa diária em caso de descumprimento.
  • Lindbergh sustenta que a distribuição configura abuso de poder econômico e pode indicar apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. O caso pode ser encaminhado ao Ministério Público Eleitoral.
  • Machado respondeu em live, afirmando que os adesivaços são espontâneos, não ilegais e não financiados com dinheiro público, e que não há relação com campanhas oficiais.

O deputado federal Lindbergh Farias, do PT do Rio de Janeiro, encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral uma representação contra o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, do Podemos. O objetivo é que Machado seja proibido de distribuir adesivos pró-Flávio Bolsonaro. A ação também pede a cessação imediata da propaganda eleitoral antecipada e a aplicação de multa diária em caso de descumprimento.

Segundo o texto, a campanha nos adesivos veicula a imagem de Jair Bolsonaro e a mensagem Nordeste está com Flávio, o que, na visão do parlamentar, configura promoção de candidatura própria. O documento ainda solicita a remessa do caso ao Ministério Público Eleitoral para apurar abuso de poder econômico.

Machado havia divulgado a distribuição pela redes sociais no fim de semana e, em live na terça-feira, mencionou novos adesivaços no Nordeste. O ex-ministro afirmou que o movimento é espontâneo, não configura campanha oficial e não utiliza dinheiro público. Também comparou o ato a manifestações culturais locais, sem detalhar financiammento público.

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