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Ex-assistente do homem mais poderoso da Geórgia é libertado antecipadamente após confissão de culpa

Ex-assessor de Ivanishvili é liberado antecipadamente após acordo de culpa; pena suspensa de um ano e multa de 50 mil lari, ligado a desfalque de Bitcoin

Giorgi Bachiashvili attends a court hearing in Tbilisi
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  • Giorgi Bachiashvili, ex-assistente de Bidzina Ivanishvili, foi libertado após acordo de delação que reduziu a pena para um ano suspenso e multa de 50.000 lari.
  • Ele havia sido condenado a mais de quinze anos por desviar bitcoin, cerca de 39 milhões de dólares, em operação ligada a um empréstimo do Cartu Bank em 2015.
  • Bachiashvili fugiu do país durante o julgamento em março de 2025, foi recapturado na fronteira sul e devolvido a Tbilisi, recebendo uma condenação adicional de quatro anos e meio por entrada ilegal no país.
  • A Transparência Internacional Geórgia afirmou haver falta de evidência suficiente contra o ex-assistente, sugerindo que o caso pode refletir interesses financeiros de Ivanishvili.
  • Os procuradores também retiraram acusações anteriores contra os pais dele, que seriam responsáveis por facilitar a lavagem de cerca de 3,5 milhões de dólares em criptomoeda.

Um ex-assessor de Giorgi Ivanishvili, homem mais influente da Geórgia, foi liberado antecipadamente da prisão após um acordo de confissão aceito pela Justiça. Giorgi Bachiashvili recebeu uma pena suspensa de um ano e uma multa de 50 mil laris, conforme reportagem de veículos georgianos citando seu advogado.

Bachiashvili havia sido condenado a pouco mais de 15 anos de prisão por desvio de criptomoeda do fundador do Cartu Bank, Ivanishvili, em um esquema relacionado a Bitcoins estimados em cerca de 39 milhões de dólares, decorrente de um empréstimo de 2015. A defesa afirma que o acusado admitiu a culpa no acordo.

O ex-assessor fugiu da Geórgia em março de 2025, durante o julgamento, cruzando a fronteira terrestre com a Armênia e depois viajando para outro país. Foi detido perto da fronteira sul com a Armênia e Azerbaijan e retornado a Tbilisi, recebendo a nova sentença.

Procuradores também retiraram acusações anteriores contra os pais de Bachiashvili, que seriam responsabilizados por ajudar na lavagem de parte do dinheiro, totalizando cerca de 3,5 milhões de dólares em criptomoeda.

Ivanishvili, visto como controlador da ONG governista Geórgia Sonhada, tem enfrentado críticas por consolidar posições após a guerra na Ucrânia, mantendo uma linha de governo vista como mais próxima da Rússia em determinados setores.

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