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Após aumento salarial, Câmara reajusta verba de gabinete e cota parlamentar

Verbas de gabinete e cotas sobem 13,75% com inflação, ampliando gastos com salários de gabinetes e deslocamento de deputados

Lula veta parcialmente reajuste de servidores do Legislativo e do TCU
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  • Câmara dos Deputados reajusta o valor da verba de gabinete e da cota parlamentar após aprovações recentes.
  • O reajuste, de 13,75 por cento, acompanha a inflação acumulada entre fevereiro de 2023 e dezembro de 2025 (IPCA) e segue regulamento de 2015.
  • A medida ocorreu logo após Lula sancionar, na quarta-feira, o reajuste dos salários dos servidores do Legislativo.
  • Atualmente, a verba de gabinete é de 133,2 mil reais por deputado e é usada para salários de secretários parlamentares, com salários entre 1,548 mil e 18,719 mil reais.
  • A cota parlamentar varia por estado, indo de 41,6 mil reais a 58,4 mil reais, com valores mínimos e máximos atualizados conforme o custo de deslocamento para Brasília.

Após a aprovação do reajuste de salários dos servidores do Legislativo, a Câmara dos Deputados confirmou um ajuste nas verbas de gabinete e nas cotas parlamentares. A sanção ocorreu pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira (18), e o ato foi publicado pela Mesa Diretora na sexta-feira (20).

Segundo o regulamento de 2015, os valores têm atualização pelo IPCA, para recompor o desgaste inflacionário. A medida acompanha o aumento remuneratório dos servidores aprovados e sancionados recentemente.

A verba de gabinete, atualmente fixada em R$ 133,2 mil por deputado, sofrerá reajuste conforme a inflação. Já a cota parlamentar varia entre estados, com base no custo de deslocamento para Brasília, com valores entre R$ 36,6 mil (DF) e R$ 51,4 mil (Roraima).

Com o reajuste de 13,75% — correspondente à inflação acumulada entre fevereiro de 2023 e dezembro de 2025 — as cotas sobem: a menor passa a R$ 41,6 mil e a maior, R$ 58,4 mil. O objetivo declarado é recompor o desgaste inflacionário dos recursos.

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