- Desaprovação ao governo Lula chegou a 51,5% neste mês, segundo AtlasIntel/Bloomberg, com alta em relação a janeiro dentro da margem de erro.
- Aprovação ficou em 46,6% e não sabe em 1,8%; comparação com janeiro mostra queda de pouco mais de 2 pontos percentuais na aprovação.
- Pesquisa ouviu 4.986 pessoas em cinco regiões entre os dias 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de 1 ponto porcentual e 95% de confiança.
- Desaprovação é maior entre homens, pessoas de 16 a 44 anos, com renda de até R$ 5 mil e moradores do Centro-Oeste e Sudeste.
- Quesitos: ruim/péssimo atingiu 48,4%, ótimo/bom 42,7% e regular 8,9%; motivos da alta desaprovação não foram avaliados nesta rodada.
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 51,5% neste mês, segundo a rodada mais recente da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25). O levantamento aponta alta dentro da margem de erro em relação ao mês anterior e aponta queda na aprovação.
A aprovação de Lula ficou em 46,6%, frente a 48,7% em janeiro. O índice de quem não soube responder foi de 1,8% ante 0,6%. A amostra, de 4.986 pessoas, foi realizada em todas as cinco regiões entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de 1 ponto, com nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado na Justiça Eleitoral sob o nº BR-07600/2026.
A desaprovação permanece maior entre homens, jovens de 16 a 44 anos, pessoas com renda de até 5 mil reais e moradores das regiões Centro-Oeste e Sudeste. No retrato das avaliações, a classificação ruim/péssimo chegou a 48,4%, estável frente a janeiro (48,5%). Ótimo/bom ficou em 42,7% (obra de 47,1% no mês anterior), e regular aparece com 8,9% (4,4%).
Nesta rodada, a AtlasIntel não publicou os motivos da mudança na aprovação e rejeição. Em levantamentos anteriores, o instituto mostrou que a preocupação com segurança pública e corrupção no governo pesou para piora da avaliação. O desempenho da economia também apareceu entre os temas de interesse, com indicação de melhoria em dados anteriores, ainda que não consolidada na leitura atual.
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