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Cuba promete combater agressão terrorista após ataque de barco registrado nos EUA

Cuba diz que defenderá o país com determinação após ataque de barco registrado na Flórida que atingiu patrulha fronteiriça

Cuba's president, Miguel Diaz-Canel, arrives for a meeting with the UN secretary-general, on the sidelines of the 73rd session of the UN general assembly, at the UN headquarters in November 2019.
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  • Cuba diz que defenderá-se de agressão terrorista após ataque de uma lancha registrada na Flórida que atirou contra uma patrulha, deixando quatro mortos e seis feridos.
  • O incidente ocorreu entre as ilhas a leste de Varadero; a embarcação, de 24 pés, teria vindo dos Florida Keys e carregava armas.
  • Os ocupantes eram residentes cubanos nos Estados Unidos; autoridades cubanas dizem que um sobrevivente confessou e outro que voou para a ilha foi detido.
  • O presidente Miguel Díaz-Canel afirmou que Cuba não ataca nem ameaça e que reagirá com determinação; os EUA afirmaram não ter envolvimento.
  • Em Miami, autoridades e exilados discutem o episódio, aumentando tensões entre EUA e Cuba, ainda que haja interesse em manter o diálogo.

Cuba afirmou que defenderá o país contra qualquer agressão terrorista após a morte de quatro exilados em uma lancha registrada na Flórida que abriu fogo contra uma patrulha. O incidente ocorreu próximo a Varadero, na costa norte, e deixou seis outras pessoas feridas.

O Ministério do Interior cubano informou que a lancha, de 24 pés, partiu dos Cayos da Flórida e pode ter sido usada para infiltração armada. Os ocupantes teriam disparado contra os guardas ao serem interceptados, resultando em mortes e ferimentos entre os agentes.

Contexto regional

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, escreveu em X que Cuba se defenderá com determinação. O governo afirmou que os sobreviventes eram residentes cubanos nos EUA, com antecedentes criminais, e agora estão sob custódia cubana.

Relatos indicam que um dos mortos tinha declarado desejo de libertar a ilha, segundo fontes próximas ao grupo. A operação ocorreu em meio a tensões históricas entre Havana e Washington, que se intensificaram nos últimos meses.

Linha de investigação

O Departamento de Estado dos EUA disse que não houve envolvimento oficial do governo americano e que está reunindo fatos. Um ex-assessor próximo aos Castro, Raúl Guillermo Rodríguez Castro, esteve reunido com autoridades americanas na reunião de Caricom.

A lancha teria vindo dos Estados da Flórida e a versão oficial cubana aponta para uma tentativa de ataque à fronteira. Ainda não há conclusão sobre motivação ou autoria completa do grupo.

Desdobramentos

O governo cubano informou que um integrante adicional, que viajou à ilha para encontrar o grupo, confessou à polícia. Surpreendeu o fato de a operação ter ocorrido longe da costa, com uma embarcação de uso comum na pesca.

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